É hoje! Warner Bros. Pictures inicia pré-venda de ingressos para as sessões antecipadas de ‘Duna: Parte Três’
Publicado em 10 de setembro de 2026
por Alani Drielli
As areias de Arrakis estão mais próximas do que nunca: a Warner Bros. Pictures dá a largada hoje (10) na bilheteria antecipada de Duna: Parte Três. Para celebrar o início das vendas, o diretor Denis Villeneuve e o astro e Timothée Chalamet estrelam um vídeo inédito convocando o público para as sessões especiais marcadas para os dias 15 e 16 de dezembro, preparando o terreno para a chegada oficial do longa às telonas.
O longa estará disponível em IMAX, formatos premium e cinemas selecionados, para que os fãs possam vivenciar a imensidão de Arrakis. Verifique a disponibilidade das sessões.
Dirigido por Villeneuve e reunindo um elenco de peso que inclui Zendaya, Robert Pattinson e Anya Taylor-Joy, o longa encerra a trilogia épica adaptada da obra de Frank Herbert.
Duna: Parte Três estreia nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro de 2026, também disponível em versões com acessibilidade.
CONFIRA O TRAILER:
Sobre o filme
A Warner Bros. Pictures e a Legendary Pictures apresentam Duna: Parte Três, que leva a trilogia épica do cineasta indicado ao Oscar, Denis Villeneuve, a uma conclusão espetacular e emocionante.
Duna: Parte Três se passa quase duas décadas depois de Paul Atreides assumir o controle do Império. Agora um imperador implacável, Paul deve enfrentar as consequências de seu reinado à medida que antigos aliados retornam, novas ameaças aterrorizantes surgem e a traição está à espreita em cada sombra. Assombrado por visões do colapso imperial e do reaparecimento de seu amor há muito perdido, Paul é levado a se envolver em uma vasta conspiração, com Chani no centro do grande mistério que começa a se revelar. À medida que a rebelião se intensifica e os inimigos se aproximam, Paul deve enfrentar o verdadeiro custo do poder e o destino daqueles que mais ama.
O filme é estrelado por Timothée Chalamet, indicado ao Oscar; Zendaya; Jason Momoa; Florence Pugh, indicada ao Oscar; Rebecca Ferguson; Isaach de Bankolé; com Charlotte Rampling, indicada ao Oscar, Anya Taylor-Joy, Robert Pattinson, e o vencedor do Oscar, Javier Bardem.
Villeneuve dirige Duna: Parte Três a partir do roteiro que escreveu em parceria com Brian K. Vaughan, baseado nos romances escritos por Frank Herbert. O filme é produzido por Mary Parent, Cale Boyter, Villeneuve e Tanya Lapointe, indicados ao Oscar, e Joe Caracciolo, com produção executiva de Joshua Grode, Thomas Tull, Herbert W. Gains, Brian Herbert, Byron Merritt, Kim Herbert, Kevin J. Anderson, Richard P. Rubinstein, John Harrison e Jessica Derhammer.
A equipe de produção criativa de Villeneuve atrás das câmeras inclui o diretor de fotografia vencedor do Oscar, Linus Sandgren; o designer de produção vencedor do Oscar, Patrice Vermette; o editor vencedor do Oscar, Joe Walker; a figurinista Jacqueline West, indicada ao Oscar; a diretora de elenco Francine Maisler, indicada ao Oscar; e compositor vencedor do Oscar, Hans Zimmer.
A Warner Bros. Pictures e a Legendary Pictures apresentam uma produção Legendary Pictures, um filme de Denis Villeneuve, Duna: Parte Três será distribuído internacionalmente pela Warner Bros. Pictures, e na China pela Legendary East, e chega aos cinemas brasileiros em 17 de dezembro de 2026.
Lifehouse muda locais de três shows no Brasil após esgotar ingressos
Publicado em 1 de setembro de 2026
por Alani Drielli
Com ingressos para shows em março de 2027 da astronômica banda pop rock Lifehouse esgotados em poucos dias, a produtora Solid Music Entertainment transfere as apresentações para casas maiores e, consequentemente, novos lotes de ingressos estão disponíveis em 101 Tickets.
Em Curitiba/PR, o show do dia 12/03 agora será no Tork n’ Roll, e em São Paulo/SP, dia 13/03, foi transferido para a Audio.
No dia 14/03, o show de Belo Horizonte/MG permanece no Mister Rock, mas no Rio de Janeiro/RJ, dia 16/03, o Lifehouse agora tocará no Teatro Clara Nunes.
Os ingressos adquiridos antes das mudanças continuam válidos para os novos locais, nos respectivos setores.
Lifehouse é um dos grandes nomes do pop internacional dos anos 2000. A banda vem pela primeira vez ao Brasil com o espetáculo Best of Acoustic, conduzido por Jason Wade, vocalista, guitarrista e principal compositor, em companhia de Steve Stout, o outro guitarrista da banda.
Wade e Stout mantêm o legado do Lifehouse nos palcos por meio de uma apresentação acústica centrada nas canções que escreveram ao longo de mais de três décadas.
Best of Acoustic percorre diferentes fases da discografia do Lifehouse. O repertório inclui hits como “Hanging by a Moment”, “You and Me”, “First Time”, “Broken”, “Whatever It Takes”, “Sick Cycle Carousel”, “Everything” e “Breathing”, além de medleys, lados menos conhecidos dos álbuns e canções da trajetória solo de Wade.
O início de um legado
Lifehouse surgiu em Los Angeles a partir do Blyss, banda criada por Wade em meados dos anos 1990. Depois do disco independente Diff’s Lucky Day, de 1999, o nome foi alterado antes da chegada à DreamWorks e do lançamento de No Name Face, em outubro de 2000.
“Hanging by a Moment”, primeiro single do álbum, levou a banda ao segundo lugar da Billboard Hot 100 e permaneceu vinte semanas entre as dez mais ouvidas nos Estados Unidos. A música terminou 2001 no primeiro lugar do ranking anual da parada, mesmo sem ter alcançado o topo em nenhuma semana, e recebeu o Billboard Music Award de single do ano.
O alcance do Lifehouse cresceu novamente em 2005 com “You and Me”. A balada chegou ao quinto lugar da Hot 100, permaneceu 62 semanas não consecutivas na lista e ganhou circulação em séries de televisão.
A própria banda apareceu no episódio “Spirit”, da quarta temporada de Smallville, num momento em que seu repertório já ocupava espaço recorrente em produções audiovisuais.
Ao longo da carreira, Lifehouse lançou sete álbuns de estúdio e reuniu outras faixas de ampla circulação, como “Spin”, “Take Me Away”, “Blind”, “Halfway Gone”, “Between the Raindrops” e “Hurricane”. No Name Face, Stanley Climbfall, Lifehouse e Smoke & Mirrors chegaram ao top 10 da Billboard 200, além de 15 milhões de discos vendidos no mundo.
MGK chega ao Brasil para shows e promete uma das apresentações mais intensas de sua nova era
Publicado em 25 de agosto de 2026
por Alani Drielli
O Brasil está prestes a receber novamente o cantor Machine Gun Kelly, agora apresentado também como mgk, que desembarca no país para duas de apresentações, uma no Rock in Rio no palco mundo, no dia 05 de setembro, e outra no palco da Audio em São Paulo, no dia 06.
A passagem pelo Brasil acontece durante a era de “Lost Americana”, sétimo álbum de estúdio do artista e trabalho que dá nome à atual turnê mundial. O disco, lançado em 2025, representa mais uma transformação na carreira de Colson Baker — nome de nascimento de MGK —, que construiu uma trajetória marcada pela mistura de rap, pop, rock e, principalmente nos últimos anos, pelo pop punk.
Do rap ao pop punk — e além
Antes de conquistar o público com as guitarras, MGK ganhou notoriedade como rapper. Nascido em Cleveland, Ohio, o artista lançou seu álbum de estreia, “Lace Up”, em 2012 e desde então, sua carreira passou por diferentes fases e gêneros, tornando a própria mudança uma das principais características de sua identidade artística.
A grande virada aconteceu em 2020, com o álbum “Tickets to My Downfall”. Produzido por Travis Barker, o álbum mergulhou de vez no pop punk e apresentou ao público uma nova versão do artista, com músicas como “bloody valentine”, “my ex’s best friend”, “drunk face” e “forget me too”.
O disco se tornou um dos trabalhos responsáveis pela retomada do pop punk ao mainstream no início da década e chegou a receber certificação de platina nos Estados Unidos.
Em sua atual fase, o artista tem reforçado justamente essa liberdade. Durante apresentações da turnê, ele passou a utilizar a expressão “Multi-Genre King” para definir sua identidade artística — uma brincadeira com a sigla MGK e, ao mesmo tempo, uma declaração sobre sua relação com diferentes estilos musicais.
“Lost Americana” traz um MGK mais pessoal
A nova turnê tem como foco o álbum “Lost Americana”, lançado em agosto de 2025. O trabalho sucede “Mainstream Sellout”, de 2022, e explora novamente a capacidade do cantor de transitar entre diferentes sonoridades.
O próprio artista descreveu o álbum como um projeto profundamente pessoal, marcado por vulnerabilidade e por uma tentativa de mostrar o ser humano por trás da persona pública e no palco, essa proposta ganha outra dimensão.
A atual turnê combina músicas novas com sucessos de diferentes momentos da carreira, além de elementos visuais, guitarras, performances e momentos mais emocionais. Em apresentações anteriores da turnê, o repertório passou por faixas de “Lost Americana” e clássicos como “bloody valentine”, “my ex’s best friend”, “lonely” e “drunk face”.
Para quem pretende assistir ao show em São Paulo, portanto, a recomendação é não montar a playlist de preparação apenas com os maiores sucessos de MGK. A atual fase do artista deve ter espaço importante no repertório.
MGK no Brasil
O artista chega ao Rock in Rio em 5 de setembro, dividindo o Palco Mundo com nomes como Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon e The Hives. No dia seguinte, 6 de setembro, ele deixa o Rio de Janeiro e segue para São Paulo para seu aguardado show solo.
A apresentação solo, inicialmente anunciada para outro espaço, teve seu local alterado para a Audio, na região da Água Branca. A organização confirmou abertura dos portões às 19h e show às 21h.
A mudança torna a apresentação ainda mais especial para os fãs: enquanto o Rock in Rio proporciona a experiência de um grande festival, o show solo permite que MGK tenha uma relação mais direta com o público e apresente um repertório pensado especificamente para sua própria turnê.
O que esperar do show de MGK?
As performances anteriores da turnê tiveram guitarras, solos, efeitos visuais, pirotecnia, dançarinos e momentos de interação com o público, criando uma apresentação que mistura elementos de concerto de rock com a teatralidade característica de MGK.
O setlist pode incluir faixas como “maybe”, parceria com Bring Me The Horizon, “Wild Boy”, “el Diablo” e músicas da fase mais recente do artista. Ainda assim, fãs devem evitar considerar qualquer playlist encontrada na internet como uma setlist definitiva, pois MGK costuma fazer alterações no repertório entre apresentações. Sempre uma surpresa.
Conheça mais sobre MGK
Começou no Rap
Apesar de atualmente ser fortemente associado ao rock e ao pop punk, MGK construiu sua carreira inicialmente no hip-hop. Seu primeiro álbum de estúdio, “Lace Up”, foi lançado em 2012.
Além de cantor, MGK também é ator
Colson Baker não construiu sua carreira somente na música. O artista também atua e fez sua estreia no cinema em “Beyond the Lights”, de 2014. Ao longo dos anos, participou de diferentes produções para cinema e televisão como Bird Box, ao lado de Sandra Bullock, Good Mourning de 2022 onde atuou com Megan Fox, entre outras produções.
“Tickets to My Downfall” marcou uma geração
O álbum de 2020 não apenas mudou a trajetória musical de MGK como também ajudou a colocar o pop punk novamente no centro da cultura pop. Durante a primeira fase da “Lost Americana Tour”, o artista chegou a celebrar o quinto aniversário do disco em seus shows, incluindo diversos de seus maiores sucessos no repertório.
Vai ao show do MGK em São Paulo? Veja as orientações
Se você já garantiu o seu ingresso, fique atento as orientações:
Chegue cedo. Os portões da Audio abrem às 19h, enquanto o show está previsto para começar às 21h. Como a apresentação acontece no domingo, 6 de setembro, vale considerar o tempo de deslocamento e possíveis congestionamentos na região.
Confira o ingresso antes de sair de casa. A Ticketmaster recomenda que o público esteja atento às informações atualizadas do evento e às orientações oficiais de acesso.
Prefira transporte público ou aplicativo. Em shows de grande porte, o entorno costuma ficar mais movimentado próximo ao horário de abertura dos portões e na saída. Planejar a volta com antecedência pode evitar dor de cabeça.
Use roupas confortáveis. Se existe uma coisa que os shows de MGK costumam ter é movimento. Para quem pretende ficar na pista, tênis e roupas que permitam liberdade para pular e circular são escolhas mais inteligentes do que um look pensado apenas para fotos.
Não esqueça de se hidratar. O público provavelmente passará algumas horas entre deslocamento, entrada, espera e apresentação. Uma garrafa de água, quando permitida pelas regras do evento, pode fazer diferença.
E prepare a voz. Se você pretende cantar “bloody valentine”, “my ex’s best friend”, “maybe”, “cliché” e outros clássicos do artista do começo ao fim, é melhor começar o aquecimento desde já.
SERVIÇO — MGK EM SÃO PAULO
Artista: MGK (Machine Gun Kelly) Data: 6 de setembro de 2026 (domingo) Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo (SP) Abertura dos portões: 19h Início do show: 21h Classificação: 16 anos desacompanhados; de 5 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais, conforme as regras divulgadas pela organização. Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/mgk
Anne Hathaway e Ewan McGregor encaram dinossauros em novo thriller de ficção científica
Publicado em 18 de agosto de 2026
por Alani Drielli
Imagine sair de casa para viver mais um dia comum no subúrbio e, de repente, descobrir que a sua rua simplesmente não existe mais no lugar onde deveria estar. É a partir dessa ideia que O Fim da Rua (The End of Oak Street) constrói sua história, colocando uma família aparentemente comum diante de uma situação que está muito longe de qualquer problema cotidiano.
O longa é dirigido por David Robert Mitchell, cineasta conhecido por Corrente do Mal (It Follows) e Under the Silver Lake, e marca uma mudança de escala para o diretor. Em vez do terror mais intimista de seus trabalhos anteriores, Mitchell aposta agora em uma aventura de ficção científica com dinossauros, suspense e grandes sequências de ação.
No centro da história estão Denise e Greg Platt, interpretados por Anne Hathaway e Ewan McGregor, ao lado dos filhos Audrey e Brian, vividos por Maisy Stella e Christian Convery. A família passa por um momento delicado quando sua vizinhança é atingida por um fenômeno inexplicável e acaba isolada em um ambiente completamente diferente daquele que conhecia.
Mais do que uma aventura com dinossauros
Apesar de a premissa chamar atenção justamente pelos animais pré-históricos, O Fim da Rua não foi pensado por Mitchell como uma simples repetição da fórmula de Jurassic Park. Em entrevista à Entertainment Weekly, o diretor explicou que a ideia surgiu enquanto caminhava por uma vizinhança em Michigan e imaginou como seria encontrar um dinossauro em meio a uma paisagem suburbana comum.
A proposta também bebe diretamente da cultura pop das décadas de 1970 e 1980. Mitchell citou Além da Imaginação (The Twilight Zone), Poltergeist, Signs e The Valley of Gwangi como referências para o projeto. O objetivo, segundo o cineasta, era combinar o espetáculo dos grandes filmes de aventura com personagens e situações capazes de sustentar a tensão mesmo quando nenhum dinossauro está em cena.
É justamente esse contraste que dá personalidade ao filme: de um lado, uma família lidando com conflitos pessoais; do outro, criaturas gigantescas circulando por lugares que deveriam ser completamente familiares. A ideia transforma elementos banais do subúrbio — casas, ruas e quintais — em espaços de ameaça constante.
Um filme pensado para a tela grande
A escala da produção também chama atenção. O Fim da Rua conta com J.J. Abrams entre os produtores e tem a Warner Bros. na distribuição. A produção de efeitos visuais envolve a Industrial Light & Magic (ILM), empresa responsável por trabalhos em alguns dos maiores blockbusters de Hollywood.
A equipe criativa reúne ainda nomes como Michael Giacchino, responsável pela trilha sonora, Michael Gioulakis, na direção de fotografia, e Maya Shimoguchi, no design de produção. O longa também foi filmado para o formato IMAX, reforçando a aposta em uma experiência cinematográfica de grande escala.
O resultado é uma produção que tenta equilibrar o espetáculo dos dinossauros com uma atmosfera de mistério. Em vez de entregar todas as respostas logo de cara, o filme trabalha com a ideia de um fenômeno inexplicável e deixa parte de suas regras para ser descoberta ao longo da história.
Anne Hathaway em uma nova aventura
Para Anne Hathaway, o filme representa mais uma incursão em um projeto de grande escala. Ao lado de McGregor, a atriz assume uma personagem que precisa reagir rapidamente diante de uma situação completamente fora de controle.
O elenco jovem também ganha espaço importante na dinâmica familiar. Christian Convery, conhecido principalmente por protagonizar Sweet Tooth, e Maisy Stella completam o núcleo dos Platt. Em entrevista à People, Convery destacou a experiência de trabalhar com Hathaway e a conexão criada entre os integrantes do elenco durante as filmagens.
Com cerca de 100 minutos de duração, O Fim da Rua combina ficção científica, aventura, mistério, suspense e sobrevivência. O filme chegou aos cinemas internacionais em agosto de 2026 e teve lançamento na América do Norte em 14 de agosto, incluindo sessões IMAX.
No fim das contas, a proposta é tão simples quanto absurda — e talvez seja justamente aí que esteja o charme: pegar uma família suburbana, uma rua comum e jogar tudo no meio da pré-história. Se a ideia de ver Anne Hathaway e Ewan McGregor tentando sobreviver a dinossauros já parece caótica no papel, a produção aposta em transformar esse caos em uma aventura com cara de blockbuster e espírito de cinema fantástico dos anos 1980.
Reggae Day Festival reúne Armandinho, Maneva, Planta & Raiz e Big Mountain em Curitiba
Publicado em 12 de agosto de 2026
por Alani Drielli
Já imaginou juntar Armandinho, Planta & Raiz, Maneva, Ponto de Equilíbrio, Onze20, Banda Reggae Day Jam e a atração internacional Big Mountain? Essa vai ser a energia da segunda edição do Reggae Day Festival em Curitiba, uma celebração que resgata a vibe dos grandes festivais do gênero nos anos 90 e que já vem fazendo sua história no Paraná. Com realização da Prime, as boas sensações, que só o reggae proporciona, vão prevalecer no dia 22 de agosto, numa megaestrutura premium ao ar livre, montada na Arena White Hall– Jockey Eventos (R: Dino Bertoldi, 740). Com sete shows e um sábado inteiro de muita músicae diversão, as apresentações começam cedo: os portões vão abrir às 12h e os shows têm início às 13h30.
EXPERIÊNCIAS
A levada regueira vai tomar conta do festival, que tem um único objetivo: resgatar e perpetuar a tradição. A edição 2026 do Reggae Day Festival vai entregar serviço completo para quem busca diversão e comodidade. Além de shows inesquecíveis, o evento oferece diferentes formatos de experiências ao público. A estrutura será composta por bares e áreas de alimentação com várias opções com foodtrucks distribuídos em três setores – Pista, Área Vip e Bistrô.
Os ingressos estão à venda pela plataforma www.blueticket.com.brcom valoresa partir de R$120,00 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor.
Mais sobre as atrações
Big Mountain
Crédito: Divulgação
Os californianos do Big Mountain preparam um show especial para o Reggae Day e promete transportar o público para a atmosfera vibrante do reggae internacional, com toda a energia que os consagrou no cenário global desde os anos 90. O grupo liderado pelo cantor Juaquin “Quino” McWhinney, tocará clássicos mundias como “Baby, I Love Your Way”, “Caribbean Blue” e “Let’s Stay Together”.
Armandinho
Crédito: Divulgação
Desde 2001, Armandinho é um dos principais nomes do reggae brasileiro. Cantor, compositor e guitarrista gaúcho, ganhou destaque já com o lançamento de seu álbum de estreia, que recebeu Disco de Ouro e apresentou ao país e ao mundo sua mistura de reggae e surf music.
Carinhosamente chamado de “poeta” pelos fãs, Armandinho soma milhões de reproduções nas plataformas digitais. No Reggae Day o público poderá reviver grandes sucessos que marcaram sua carreira, como “Desenho de Deus”, “Outra Vida”, “Ursinho de Dormir” e “Ana Lua”.
Planta & Raiz
Crédito: Divulgação
O Planta & Raiz é um dos grupos mais longevos e respeitados do reggae brasileiro. A banda paulistana vai trazer para o festival a turnê baseada em seu projeto recente, que une a bagagem de quase três décadas de estrada a um repertório renovado recheado de poesias em forma de música, incluindo hits como, “Com Certeza” e “Filho do Leão”, a faixas do álbum “Ao Vivo em Noronha”. O grupo ainda arrisca versões em formato reggae de grandes hinos da MPB, incluindo releituras de Cazuza, Cássia Eller e Falamansa.
O Planta & Raiz tem em sua formação Zeider Pier (vocal), Fernandinho (guitarra), Franja (guitarra), Samambaia (baixo) w Juliano (bateria).
Maneva
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Maneva também é uma das bandas mais ouvidas do país e traz à capital paranaense a turnê que celebra seus 21 anos de carreira. Conhecidos por misturar o reggae com a MPB, o axé e o pop, os paulistanos conquistaram o público com canções que exaltam o amor, a liberdade e as boas vibrações. O público poderá conferir um repertório repleto dehits como “Seja Para Mim”, “O Destino Não Quis” e “Corre Pro Meu Mar”. Com formação original, o grupo é composto por Tales de Polli (vocalista), Felipe Sousa (guitarra), Fernando Gato (baixo), Diego Andrade (percussão) e Fabinho Araújo (bateria).
Ponto de Equilíbrio
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A banda Ponto de Equilíbrio chega ao Reggae Day com a turnê comemorativa de 25 anos de carreira. O grupo promete um show que reúne sucessos consagrados e novas leituras do repertório. Entre os destaques, estão faixas que marcaram gerações, como “Aonde Vai Chegar (Coisa Feia)”, “Santa Kaya” e “Estar com Você”. Ao mesmo tempo, a banda busca equilibrar nostalgia e renovação, dialogando tanto com fãs antigos quanto com novos ouvintes que descobriram o grupo recentemente, especialmente por meio das redes sociais.
Outro elemento que reforça o momento atual da banda é o recente trabalho do álbum ao vivo Convida (2025), que reúne parcerias com nomes importantes da cena nacional, como Planta e Raiz, Mato Seco e Gabriel o Pensador. As colaborações evidenciam o diálogo do grupo com diferentes vertentes do reggae e do rap, ampliando seu alcance artístico. Além disso, a trajetória do Ponto de Equilíbrio mantém uma forte relação com referências do gênero no Brasil, como Natiruts, que influenciou diretamente a formação da banda no fim dos anos 1990. A formação atual conta com Helio Bentes (vocal), Pedro “Pedrada” Caetano (baixo), Lucas Kastrup (bateria), Marcelo Campos(percussão) e Tiago Caetano (teclado).
Onze:20
Crédito: Divulgação
Conhecida por sucessos que acumulam milhôes de reproduções nas plataformas digitais, a banda mineira Onze:20 promete levar ao público paranaense uma experiência única, clima descontraído e um repertório recheado de canções que se tornaram trilha sonora de diferentes gerações. No set list, não devem faltar músicas como “Meu lugar”, “Pra Você”, “Não Vai Voltar”, “A Nossa Barraca” e outros hits que ajudaram a consolidar o grupo como uma das maiores referências do reggae nacional. Atualmente, formam o grupo Joey Mattos (vocal), Chris Baumgratz (guitarras), Marlos Vinicius (baixo), Fábio Mendes (bateria) e Athos Santos (teclados).
SERVIÇO – REGGAE DAY FESTIVAL 2026
QUANDO: 22 de agosto de 2026 (sábado) LOCAL: Arena White Hall/Jockey Club do Paraná (R: Dino Bertoldi,740, Tarumã) HORÁRIO:Abertura dos portões: 12hs / Início dos shows: 13h30
VALORES: a partir de R$120,00 (meia-entrada) + taxa adm., de acordo com o setor. ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. PISTA – R$240,00 (inteira)/ R$120,00 (meia-entrada); ÁREA VIP (em frente ao palco com bares, banheiros e acesso exclusivos) – R$440,00 (inteira)/R$220,00 (meia-entrada) + taxa adm; BISTRÔ – R$2.000,00 + taxa adm (cada bistrô acomoda 6 pessoas, sem banquetas, e o espaço está localizado dentro da área vip com banheiros e acesso exclusivos); ***Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. A meia-entrada é válida para estudantes, pessoas acima de 60 anos, professores, doadores de sangue, pessoas com deficiência (PCD) e de câncer.
Um Novo Dia: o Homem-Aranha que a gente estava esperando desde 2017
Publicado em 12 de agosto de 2026
por Thays Gabriele
Assistir “Um Novo Dia” foi a sensação mais parecida com abrir uma HQ do Homem-Aranha que eu já tive no cinema desde a trilogia de Sam Raimi. E olha que essa é uma frase grande vindo de alguém que também guarda um altar particular pro segundo Aranhaverso do Miles Morales, que continua imbatível pra mim. Mas se contarmos apenas live-action? Esse aqui pode ter acabado de assumir um lugar no pódio dos melhores.
Crédito: Homem-Aranha: Um Novo Dia (Marvel De Bolso)
A trilogia do Jon Watts sempre teve um pézinho grudado no universo dos Vingadores, o Peter era o estagiário do MCU, o garoto que precisava provar valor pro Tony Stark e depois carregar o luto dele. Funcionava, mas era um filme de Vingadores disfarçado de filme de Homem-Aranha às vezes. “Um Novo Dia” corta esse cordão. Destin Daniel Cretton tira o personagem da sombra dos colegas de universo e devolve aquele tom mais solitário e mais intimista que sempre foi a marca registrada do Aranha nos quadrinhos, um herói que resolve os problemas com suas próprias mãos, sem grupo de apoio bilionário por perto.
E o diretor não acerta só no tom. As coreografias de luta carregam a marca de quem fez Shang-Chi e funcionam muito bem pra mostrar um Aranha mais raivoso e machucado. Tem também as referências às capas clássicas das HQs que eu achei sensacionais. A fotografia também ajuda: deixa uma Nova York mais fria e melancólica, quase espelhando o estado de espírito do Peter, e ainda assim entrega uns novos ângulos nos voos de teia entre prédios, muito inspirados na forma como a câmera acompanha o herói no jogo da Insomniac. Se você jogou Marvel’s Spider-Man 2, vai reconhecer a referência na hora.
Depois de “Sem Volta para Casa” apagar o Peter da memória de todo mundo, “Um Novo Dia” faz a escolha mais corajosa possível pro MCU, que é não ter pressa. Passam-se anos. Peter cresce sozinho, literalmente sozinho, enquanto assiste à vida de MJ e Ned pelos stories. Essa distância temporal é o coração do filme. Peter Parker passa a viver conflitos que qualquer adulto reconhece: se isolar, colocar o trabalho acima de tudo e deixar a própria saúde mental sempre para depois. Quem nunca, né. Ao colocar ele diante de um problema tão cotidiano, o filme torna o herói mais identificável, aproximando-o do público (se é que é possível aproximar mais no meu caso). Seus conflitos deixam de ser apenas os de um super-herói e passam a refletir dilemas que qualquer pessoa pode enfrentar. Era justamente essa humanidade cotidiana, uma das marcas mais fortes do personagem nos quadrinhos, que vinha fazendo falta aos filmes anteriores.
Mas nem tudo é perfeito. Tem uma peça clássica da vida do Peter Parker que ainda não apareceu. Uma coisa de que senti falta, e aí confesso que é mais birra de fã do que crítica séria, foi o Peter fotógrafo ralando para pagar as contas e vendendo foto de si mesmo pro Clarim Diário. O filme não deixa muito claro como ele se sustenta hoje em dia, se é bico com a polícia ou se é alguma herança que sobrou da Tia May. Um Peter apertado financeiramente, correndo atrás de freela de jornalismo enquanto combate o crime à noite, sempre foi parte essencial do personagem nos quadrinhos, e é a única camada de humanidade que ainda ficou de fora dessa versão mais madura.
Porém, essa não é a ausência que mais me incomoda. Cadê a evolução da MJ da Zendaya? Eu sigo sentindo que essa personagem não se encontrou. A gente sabe muito pouco sobre ela fora da órbita do Peter. A MJ da Kirsten Dunst tinha um background familiar inteiro, a relação difícil com os pais, o motivo de ela ser do jeito que era. A Gwen da Emma Stone também vinha com contexto próprio, era filha de policial, tinha características bem marcantes e uma vida inteira fora do namoro. Já a MJ da Zendaya continua muito coadjuvante do Homem-Aranha, aparece basicamente pra apoiar ele. Em compensação, e aqui mora o consolo, a química dos dois como casal é absurda, é química de marido e mulher mesmo (rsrs). Os dois juntos em tela são perfeitos. Sozinha, a MJ ainda deve muito. Mas tenho a sensação de que isso vem nos próximos filmes.
Crédito: Divulgação
Ainda assim, essas ressalvas não tiram o brilho do filme e a força dos seus principais acertos. “Um Novo Dia” fala sobre amizade sem discursar sobre amizade. Fala sobre como é importante ter com quem contar pra dividir os fardos e as alegrias da vida e sobre como você precisa encarar os problemas que moram na sua cabeça em vez de só colar um curativo em cima e seguir como se estivesse tudo bem. A própria Jean Grey, que a meu ver foi uma ótima escolha de antagonista e com uma bela atuação de Sadie Sink, funciona como um contraponto interessante a essa ideia. Assim como Peter, ela tenta carregar tudo sozinha, acreditando que precisa resolver os próprios problemas sem deixar ninguém se aproximar, e o filme mostra o quanto essa escolha pode ser destrutiva.
Quanto mais Peter tenta compensar o vazio mergulhando no trabalho e ignorando o resto da vida, mais os sentidos de aranha dele disparam. Parece só um efeito colateral dos poderes, mas me pareceu um burnout traduzido para a linguagem dos super-heróis. É raro ver um blockbuster tratando saúde mental como parte da jornada, e aqui funciona porque nasce da própria mecânica dos personagens: quanto mais eles tentam se virar sozinhos, mais se afundam.
E chegamos ao ponto que eu vim aqui defender com unhas e dentes: Tom Holland finalmente entregou o Peter Parker e o Homem-Aranha que a gente esperava dele desde o início. Não é pouca coisa dizer isso depois de duas eras tão marcantes. O Tobey Maguire sempre foi o Peter mais fiel aos quadrinhos, o nerd desajeitado, cheio de culpa e responsabilidade, mas o Homem-Aranha dele sempre foi meio sério demais pro meu gosto, sem muito daquele timing de piada no meio da porrada que faz o personagem ser tão especial nos gibis. Já o Andrew Garfield fez o contrário: o Aranha dele é praticamente perfeito, ágil, engraçado, ácido, mas o Peter por trás da máscara sempre pareceu descolado demais, meio deslocado do garoto tímido que a gente conhece.
Tom Holland, nesse filme, junta as duas metades. A maturidade que o roteiro dá pro personagem finalmente deixa aparecer o Peter nerd e isolado que sempre existiu ali, e ao mesmo tempo libera o Homem-Aranha com o senso de humor mais afiado. É o meio-termo que os outros dois filmes nunca acertaram ao mesmo tempo, e que aqui simplesmente acontece.
E não sou só eu aqui achando isso. A crítica em geral também recebeu bem o filme, com direito a Rotten Tomatoes estreando lá em cima e resenha atrás de resenha destacando exatamente esse tom mais adulto e intimista, destacando essa como a fase mais madura, emocional e complexa que Peter Parker já teve nos cinemas. Tem quem reclame, claro, sempre tem: alguns apontam que personagens demais disputam espaço e que o terceiro ato corre mais do que deveria, com um ou outro vilão que merecia mais tempo de tela. São críticas justas, assim como os pontos que levantei (acredito eu). Mas nenhuma delas diminui a força do que o filme constrói na relação do Peter com ele mesmo, que é, no fim, o verdadeiro assunto de “Um Novo Dia”. E talvez seja justamente por isso que, para mim, esse seja um dos melhores Homem-Aranha live-action até agora. “Um Novo Dia” não inventa uma nova fórmula. Ele pega coisas que outros filmes do personagem já fizeram bem, como o humor, as grandes cenas de ação, o romance, os vilões e o drama, e finalmente consegue fazer tudo isso coexistir sem deixar de lado aquilo que sempre foi mais importante: o Peter Parker por trás da máscara.
No fim das contas, “Homem-Aranha: Um Novo Dia” não tenta reinventar o Homem-Aranha. Ele só lembra por que esse personagem atravessa gerações há mais de sessenta anos. Não é pelas acrobacias, pelas teias ou pelo uniforme. É porque, mesmo com grandes poderes, Peter Parker continua vivendo conflitos que qualquer um reconhece. Quando o filme entende isso, todo o resto encaixa. E não sei vocês mas eu quando estou cheia de problemas pra lidar, assim como nosso amigo da vizinhança estava, penso: “dorme que amanhã é um novo dia”. Talvez seja esse o verdadeiro sentido do título do filme. Como diria o RBD “Otro dia que va para recomenzar” (Seria o Destin Daniel Cretton fã da banda mexicana? Fica aí o questionamento). Nesse filme, Peter finalmente aprende a fazer exatamente isso. Recomeçar. E que belo recomeço! Fazia tempo que eu não saía do cinema sentindo que tinha visto o Homem-Aranha de verdade.
Curitiba Folia anuncia 5ª edição com Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé na icônica Pedreira Paulo Leminski
Publicado em 5 de agosto de 2026
por Alani Drielli
Reprodução / Instagram @curitibafolia
O Curitiba Folia, maior micareta da capital paranaense, já tem data, local e atrações confirmadas para a edição de 2026. Consolidado como um dos principais eventos de axé e micareta do Sul do Brasil, o festival chega à quinta edição com novidades importantes: pela primeira vez será realizado na Pedreira Paulo Leminski, icônico endereço da cultura brasileira, e passa a acontecer no verão, no dia 12 de dezembro.
Criado em 2022, o Curitiba Folia nasceu com a proposta de trazer para a capital paranaense a experiência das tradicionais micaretas brasileiras. A primeira edição, realizada no Jockey Club do Paraná, reuniu ícones do axé como Durval Lelys, ex-líder do Asa de Águia, e Márcio Victor, do Psirico, marcando o início de um evento que, ao longo dos anos, conquistou espaço no calendário de entretenimento da cidade.
O line-up de 2026 reúne três dos maiores nomes da música baiana. Tomate, dono de sucessos como “Parará”, “Eu Não Vou Embora” e “Te Espero no Farol”; Xanddy Harmonia, voz de clássicos como “Vem Neném”, “Agachadinho” e “Comando”; e Parangolé, responsável por hits como “Rebolation”, “Open Bar” e “Tchubirabirom”. As atrações, que representam o melhor do axé nacional, prometem comandar uma verdadeira maratona de festa, que contará, como não poderia ser diferente, com trio elétricos. Mantendo a essência das grandes micaretas brasileiras, o público viverá a experiência completa com abadá e muita música e dança do início ao fim.
Entre as atrações, o Parangolé retorna ao Curitiba Folia após ter participado da edição de 2023, sendo um dos grandes diferenciais deste ano. Já Tomate e Xanddy Harmonia voltam ao festival reforçando a conexão construída com o público curitibano ao longo das últimas edições e consolidando um line-up formado por alguns dos maiores representantes do gênero.
A mudança para dezembro também representa uma nova proposta para o evento. Com clima de verão e um dos principais cartões-postais da capital paranaense como cenário, a organização prepara uma edição ainda maior, ampliando a experiência do público em um espaço reconhecido por receber grandes espetáculos nacionais. A expectativa é transformar a Pedreira Paulo Leminski em um grande circuito de micareta, reunindo aproximadamente 10 mil foliões ao som de trio elétrico, abadá e mais de dez horas de festa.
O Curitiba Folia 2026 será realizado no dia 12 de dezembro, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba. A quinta edição da micareta terá apresentações de Tomate, Xanddy Harmonia e Parangolé, com trio elétrico e abadá.
Os ingressos começam a ser vendidos no dia 10 de agosto, por meio da plataforma Blueticket. Mais informações podem ser acompanhadas pelo Instagram.
Pussycat Dolls anuncia primeiro show no Brasil com a turnê mundial “PCD Forever Tour”
Publicado em 5 de agosto de 2026
por Alani Drielli
Quando Nicole Scherzinger anunciou “We’re back!” no palco do American Music Awards, em maio deste ano, a reação foi imediata. Em poucos minutos, as Pussycat Dolls dominaram as redes sociais e mostraram que a relação construída com o público ao longo de duas décadas permanece tão forte quanto no auge da carreira. Mesmo após anos longe dos palcos, o trio confirmou que continua mobilizando diferentes gerações e despertando o interesse de fãs ao redor do mundo. Esse reencontro chega a São Paulo no dia 30 de outubro, quando a “PCD Forever Tour” faz a sua estreia no Nubank Parque. A turnê celebra os 20 anos do álbum PCD (2005) e coloca o Brasil, pela primeira vez, na rota do grupo. O show é uma realização da 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, com apresentação de Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, e tem a Budweiser como cerveja oficial. Clientes do banco terão acesso à pré-venda exclusiva, com 15% de desconto na compra de ingressos utilizando cartões de crédito. As entradas estarão disponíveis pela Eventim da seguinte forma: clientes Private Bank e Itaú Personnalité poderão comprar ingressos entre 5 de agosto, às 10h, e 6 de agosto, às 9h59. Para todos os clientes Itaú Unibanco, a pré-venda ocorre entre 6 de agosto, às 10h, e 7 de agosto, às 9h59. A venda geral começa em 7 de agosto, às 12h, no site da Eventim.
As Pussycat Dolls deixaram uma marca que ultrapassa os sucessos que dominaram as paradas. Canto, dança e performance passaram a dividir o protagonismo em um mesmo espetáculo, consolidando um formato que se tornaria referência para grandes produções internacionais. Nesse processo, as coreografias deixaram de funcionar apenas como um complemento visual e assumiram um papel central na construção da narrativa dos shows. Essa identidade também se refletiu na forma como o trio construiu sua imagem. Enquanto a sensualidade feminina ainda era frequentemente tratada pela indústria como um recurso estético, as Pussycat Dolls a incorporaram como parte de uma proposta artística baseada em confiança, atitude e protagonismo. A combinação entre performance, estética e presença de palco influenciou uma nova geração de artistas e ajudou a redefinir a expectativa do público sobre o que significa assistir a um grande espetáculo pop.
Esse impacto foi impulsionado por um repertório que ajudou a definir a música pop dos anos 2000. Lançadas nos álbuns PCD (2005) e Doll Domination (2008), faixas como “Don’t Cha”, “Buttons”, “Beep”, “Stickwitu”, “Wait a Minute”, “When I Grow Up” e “I Hate This Part” dominaram rádios, canais de música e pistas de dança ao redor do mundo. O sucesso comercial acompanhou essa influência cultural. Ao longo da carreira, as Pussycat Dolls venderam mais de 15 milhões de álbuns e 40 milhões de singles, emplacaram cinco músicas no Top 10 da Billboard Hot 100 e, em 2012, foram incluídas pela VH1 na lista “100 Greatest Women in Music”, reconhecimento que consolidou seu lugar entre os girl groups mais influentes da história da música pop.
Duas décadas depois, Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt lideram o retorno do grupo, que já apresentou aos fãs a inédita “Club Song”, primeiro lançamento desde “React” (2020). A celebração também inclui edições comemorativas dos álbuns PCD, que reúne sucessos como “Don’t Cha”, “Buttons”, “Stickwitu”, “Beep” e “Wait a Minute”, e Doll Domination, responsável por hits como “When I Grow Up” e “I Hate This Part”, reforçando a força de um repertório que continua conquistando novos ouvintes nas plataformas digitais.
“Sempre sentimos o carinho e o apoio dos nossos fãs brasileiros. A paixão e a dedicação deles significam muito para nós, e estamos muito animadas por trazer a PCD Forever Tour para São Paulo! Mal podemos esperar para retribuir todo esse amor e essa energia com um show inesquecível, celebrar esse momento especial junto ao público do Brasil e criar novas memórias com os fãs que nos acompanham desde o início”, afirmam as integrantes da banda.
O show no Brasil ocorre em São Paulo, cidade que figura entre as que mais escutam as Pussycat Dolls no Spotify. Com mais de 16,5 milhões de ouvintes mensais e 6,6 milhões de seguidores na plataforma, o grupo segue ampliando seu alcance global, enquanto a capital paulista se consolida como um de seus principais mercados. O interesse registrado desde o anúncio da turnê reforça essa conexão e confirma a expectativa do público brasileiro para a primeira apresentação da história das Pussycat Dolls no país.
“A estreia das Pussycat Dolls no Brasil mostra como alguns projetos seguem relevantes muito além do seu momento original. Existe uma memória afetiva forte em torno do grupo, mas também uma nova geração descobrindo essas músicas nas plataformas e nas redes. Para a 30e, é muito especial transformar essa demanda em uma experiência ao vivo de grande escala”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.
Na “PCD Forever Tour”, as Pussycat Dolls retomam a identidade que as transformou em uma das maiores referências do entretenimento pop. Coreografias em perfeita sintonia, figurinos inspirados em diferentes fases da carreira e uma abordagem contemporânea desse universo conduzem o espetáculo, equilibrando a essência que consagrou o trio com uma nova leitura para o retorno aos palcos.
“Tem artistas que marcam gerações e as Pussycat Dolls são um desses casos. E quando a gente decide trazer um show assim para o Brasil, não é só sobre entretenimento, é sobre entender o que conecta as pessoas a memórias, a momentos que elas querem reviver. Esse é o papel do Itaú Live: colocar o fã no centro dessa jornada, oferecendo acesso facilitado, benefícios exclusivos e uma experiência mais fluida ao longo do caminho. Com a pré-venda exclusiva e 15% de desconto para clientes Itaú, seguimos transformando a música em uma plataforma de conexão, relacionamento e valor para nossos clientes”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú Unibanco.
Durante anos, assistir às Pussycat Dolls no Brasil foi um desejo alimentado por videoclipes, transmissões de premiações e apresentações acompanhadas à distância. Pela primeira vez, o público brasileiro poderá viver essa experiência ao vivo. Mais do que um show inédito no país, a apresentação marca o encontro entre um repertório que atravessou gerações e uma base de fãs que esperou décadas para viver esse momento.
SERVIÇO – The Pussycat Dolls “PCD Forever Tour” São Paulo
Realização:30e
Data: 30 de outubro Local: Nubank Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais*. *Sujeito a alteração por Decisão Judicial.
STICKWITU VIP PACKAGE: R$ 897,50 (meia) | R$ 1.295,00 (inteira) *Valor total Meia: R$ 897,50 (sendo R$ 397,50 do ingresso + R$ 500,00 do pacote) *Valor total Inteira: R$ 1.295,00 (sendo R$ 795,00 do ingresso + R$ 500,00 do pacote)
INCLUSO NO PACOTE VIP1 ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité 1 Kit com itens exclusivos do show 1 Credencial VIP comemorativa Acesso antecipado à venue (Early Entry) com fila exclusiva Acesso antecipado à loja de merchandise
*Os horários do VIP são anunciados até 48h antes do evento, nas redes sociais e no e-mail do seu cadastro de compra.
Venda geral: 12h do dia 07 de agosto no site e às 13h na bilheteria.
Bilheteria Oficial: Nubank Parque – BILHETERIA B (Apenas na abertura da Venda Geral – dia 7 de agosto)
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SP
Funcionamento: das 13h às 17h
Hoobastank, fenômeno mundial do rock anos 2000, volta ao Brasil para 6 shows
Publicado em 5 de agosto de 2026
por Alani Drielli
Dona do hit global ‘The Reason’ que levou o rock alternativo ao topo das paradas nos anos 2000 e atração em 2026 do Rock in Rio Lisboa e Vans Warped Tour em Washington, D.C (EUA), a Hoobastank volta ao Brasil em novembro para seis shows, cinco inéditos e o esperado retorno a São Paulo, quase 11 anos depois de sua última e única passagem pelo país.
Com realização da Vênus Concerts, a turnê começa em 1/11, em Vila Velha/ES, no Somos Rock Festival. A sequência passa por Belo Horizonte/MG, no Mister Rock, em 2/11; Curitiba/PR, no Tork n’ Roll, em 4/11; Campinas/SP, na MultiArena, em 6/11; e São Paulo/SP, no Terra SP, em 7/11, que também terá show do Di Ferrero e Dead Fish. O encerramento será em Nova Iguaçu/RJ, no Rock Festival, em 8/11.
Aléxia, que recentemente se apresentou no João Rock (Ribeirão Preto/SP) e vem com uma agenda bastante movimentada com a tour garra, será a artista convidada nas cinco primeiras apresentações, exceto no festival carioca por já ter um show confirmado em Indaiatuba/SP.
Três décadas de trajetória
Formado em 1994, em Agoura Hills, na Califórnia, o Hoobastank chega à turnê com Doug Robb nos vocais, Dan Estrin na guitarra, Chris Hesse na bateria e Jesse Charland no baixo. A história da banda começou ainda nos tempos de escola de Robb e Estrin e ganhou projeção internacional após a assinatura com a Island Def Jam.
O álbum “Hoobastank”, lançado em 2001, apresentou ao grande público uma combinação de rock alternativo, post-grunge, peso e refrões melódicos. O disco recebeu certificação de platina nos Estados Unidos e revelou músicas como “Crawling in the Dark”, “Running Away” e “Remember Me”.
A chave virou de vez com “The Reason”, lançado em dezembro de 2003 e produzido por Howard Benson. O álbum alcançou o 3º lugar da Billboard 200, permaneceu na parada por mais de um ano e recebeu certificação de platina dupla. O trabalho também foi indicado ao Grammy de Melhor Álbum de Rock.
Lançada como single em 2004, a faixa-título chegou ao 2º lugar da Billboard Hot 100, na qual permaneceu por 38 semanas, e liderou as paradas Adult Pop Airplay e Alternative Airplay. A música ainda rendeu ao Hoobastank uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Pop de Duo ou Banda com Vocais.
Além de “The Reason”, o disco reuniu faixas como “Out of Control”, “Same Direction” e “Disappear”. A discografia avançou com “Every Man for Himself” (2006), “For(n)ever” (2009), “Fight or Flight” (2012) e “Push Pull” (2018), ampliando o diálogo da banda com o hard rock, o pop, o funk rock e diferentes vertentes do rock alternativo.
Em 2026, o Hoobastank também retomou espaço em dois dos principais festivais ligados ao rock mundial. A banda se apresentou em 13/6 no Vans Warped Tour, em Washington, D.C., onde mostrou “How Do You Sleep?” ao vivo, e em 21/6 no Rock in Rio Lisboa, no Palco Super Bock.
“The Reason” atravessa gerações
Duas décadas após o lançamento, “The Reason” ultrapassou 1,5 bilhão de reproduções no Spotify e entrou para a Billions Club da plataforma. O videoclipe oficial também superou 1 bilhão de visualizações no YouTube.
A faixa voltou ao centro da cultura pop em 2021 por meio da tendência #NotAPerfectPerson, no TikTok, usada em vídeos sobre falhas, situações constrangedoras e confissões pessoais.
Em 2023, sua presença na série “Treta”, da Netflix, levou a música de volta ao ranking de rock do iTunes e à lista das faixas mais identificadas nos Estados Unidos pelo Shazam.
O catálogo do Hoobastank também passou por produções como “Building the Band”, da Netflix, “The Boys”, da Amazon, e “We Are Lady Parts”. Com a redescoberta das músicas por diferentes gerações, a banda reúne atualmente mais de 14 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais.
“Todos os dias, somos marcados em vídeos de pessoas fazendo versões da música. É incrível”, afirmou Dan Estrin ao comentar a permanência de “The Reason” no cotidiano do público. As releituras passam por versões de funk, country, punk e metal, além de apresentações em bares de karaokê.
Primeira música inédita desde 2018
O retorno ao Brasil ocorre em uma nova fase criativa. Em junho de 2026, o Hoobastank lançou “How Do You Sleep?”, sua primeira música inédita desde “Push Pull”, de 2018.
A faixa também marcou o reencontro com Howard Benson, produtor dos álbuns “Hoobastank” e “The Reason”. Com andamento acelerado, guitarras angulares e uma interpretação mais agressiva de Doug Robb, a música retoma o peso presente no início da discografia.
“É bom voltar a lançar música nova. É como se uma válvula de pressão criativa tivesse sido aberta”, afirmou Robb. O vocalista também destacou que o entusiasmo de Benson ajudou a direcionar as gravações e, ao mesmo tempo, deu maior liberdade à banda.
“How Do You Sleep?” foi apresentada ao vivo durante a edição de Washington da Vans Warped Tour. O single ganhou um videoclipe dirigido por Matt Akana, encerrado com a indicação de que a história terá continuidade.
Aléxia participa de 5 apresentações
Crédito: Rafael Karelisky (@rkarelisky)
Aléxia acompanha o Hoobastank entre 1/11 e 7/11, nas apresentações em Vila Velha/ES, Belo Horizonte/MG, Curitiba/PR, Campinas/SP e São Paulo/SP.
Natural de Apiaí/SP e radicada em Tatuí/SP, Aléxia chega à turnê após lançar “Garra”, seu primeiro álbum. Disponibilizado em 30/4/2026, o disco reúne 14 faixas e apresenta a identidade que a artista define como heavy pop, combinação do peso do rock e do metal com pop punk, rock alternativo e refrões melódicos.
As composições abordam saúde mental, luto, medo, coragem, pertencimento, amor e reconstrução pessoal. Na capa, uma garra atravessa a imagem da artista como representação das marcas deixadas por situações, pessoas e conflitos internos.
“Agora sigo com minhas cicatrizes, aceitando que tudo o que me aconteceu me trouxe até aqui”, resume Aléxia sobre o conceito do álbum.
O primeiro single, “Seja Você”, ganhou um clipe gravado em Tatuí/SP e tornou-se o primeiro vídeo da artista a superar 50 mil visualizações no YouTube. Em 1/8, Aléxia levou a Tour Garra ao João Rock 2026, em Ribeirão Preto/SP, no Palco Eisen Rock Station.
Com mais de 500 apresentações realizadas na carreira, a cantora abriu quatro shows da turnê brasileira do The Calling, venceu a seletiva Sudeste do Porão do Rock 2025 e conquistou o primeiro lugar no 23º Festival de Rock de Indaiatuba. Sua agenda de 2026 reúne mais de 60 apresentações entre datas realizadas e confirmadas.
SERVIÇO – Hoobastank em Vila Velha/ES
Data: 1/11, domingo
Cidade: Vila Velha/ES
Evento: Somos Rock Festival
Local e endereço: ainda não divulgados oficialmente para a edição de 2026
Local e endereço: ainda não divulgados oficialmente para a edição de 2026
Ingresso: em breve
Christopher Nolan transforma o clássico “Odisseia” em uma grandiosa aventura épica
Publicado em 23 de julho de 2026
por Popster!
Christopher Nolan leva às telas uma das obras mais importantes da literatura ocidental com Odisseia, adaptação do clássico poema épico atribuído a Homero. O longa acompanha a jornada de Odisseu, interpretado por Matt Damon, em sua difícil tentativa de retornar ao reino de Ítaca após o fim da Guerra de Troia. Ao longo do caminho, o herói enfrenta desafios que colocam à prova sua coragem, inteligência e determinação.
Em sua longa viagem de volta para casa, Odisseu cruza o caminho de criaturas lendárias e figuras marcantes da mitologia grega, como o Ciclope Polifemo, as sedutoras sereias e a poderosa feiticeira Circe. Em meio a perigos sobrenaturais e à intervenção constante dos deuses, cada obstáculo representa um novo teste em sua busca para reencontrar seu lar e sua família.
Enquanto isso, em Ítaca, Penélope, vivida por Anne Hathaway, mantém viva a esperança do retorno do marido, mesmo após anos de incerteza. Com um elenco estrelado e a direção de Christopher Nolan, Odisseia revisita um dos maiores clássicos da humanidade em uma produção que combina aventura, drama e fantasia, trazendo para o cinema a grandiosidade de uma narrativa que atravessa séculos.