David Byrne faz sátira musical com palavras reais de Elon Musk e já quer um Oscar

David Byrne faz sátira musical com palavras reais de Elon Musk e já quer um Oscar

Tem coisa mais David Byrne do que pegar as palavras mais absurdas de Elon Musk e virar música punk? Ontem a gente descobriu que sim — e o resultado é uma canção que merecia estar tocando nos shows ao vivo do Brasil em breve.

‘Let Me Sell You a Dream’ é a contribuição de Byrne para o documentário Musk, dirigido por Alex Gibney, que estreia sexta (18 de outubro). Criada em parceria com o compositor Daniel Pemberton, a faixa faz exatamente o que o título promete: vender sonhos. Mas com o tom cético de quem conhece bem o showbiz.

Quando a sátira vira arte

O brilho da ideia está na simplicidade: Byrne foi atrás das declarações mais malucas de Musk em discursos e entrevistas e as transformou em versos. Sem editar. Sem filtro jornalístico. Direto da boca do bilionário para a música.

‘Agora estou rodando em modo humano e de imitação / Sou um cara tranquilo e normal / Só preciso continuar / Deixe-me vender um sonho / Você acha que sou louco? / Como um sanduíche de vidro / Como um todo dia’

E na ponte, pra fechar com ironia: ‘Exploração multiplanetária / Sou uma emulação humana / Sou uma simulação total’. A gente praticamente ouve o feedback da guitarra distorcida que Byrne frequentava no Talking Heads.

Segundo Gibney em comunicado, Byrne ‘mergulhou fundo nas frases do próprio Musk e chegou a uma poesia sarcástica, extremamente pesada, feita para bater o pé’. Exatamente.

EGOT à vista?

Agora vem o detalhe que importa pro mercado: ‘Let Me Sell You a Dream’ já está na disputa pelo Oscar de Melhor Canção Original de 2027. Byrne já tem um Oscar (ganhou com Ryuichi Sakamoto e Cong Su por O Último Imperador, em 1988), mas só falta um Emmy para ele completar o EGOT.

A competição é brava — Taylor Swift também está na categoria com ‘I Knew It, I Knew You’ — mas quando a música tem essa dose de genialidade sarcástica, a gente nunca sabe…

Sexta o documentário Musk chega aos cinemas. Se você é fã de Byrne, de documentários contundentes ou só curte ver um ícone do rock desconstruindo bilionários com humor, marca na agenda.

SUHO traz sua turnê solo para São Paulo em dezembro — e a gente tá ansioso demais

SUHO traz sua turnê solo para São Paulo em dezembro — e a gente tá ansioso demais

A gente sempre soube que esse momento chegaria. SUHO, o líder carismático do EXO que marcou gerações desde 2012, finalmente pisará no palco brasileiro — e dessa vez, sozinho. Nesta quinta (8), o cantor confirmou sua primeira apresentação no país como artista solo, parte da turnê ‘2026 K-POP Chronicle Live SUHO Fan-Con’.

Se você acompanha SUHO além do EXO, já viu como ele evoluiu. Aquele menino que era líder de boyband virou um artista multifacetado: explora sonoridades que vão do pop ao rock, atua em dramas coreanos de peso (tipo ‘Behind Your Touch’ e ‘Missing Crown Prince’), e traz uma intimidade muito diferente daquilo que fez com a EXO.

Primeira vez no Brasil, e já com tudo planejado

O show acontece em 20 de dezembro de 2026, no Komplexo Tempo, em São Paulo. Isso mesmo — em um espaço que conhece bem as produções de peso. A turnê que traz SUHO ao Brasil funciona como um fan-con: combine música live com aqueles momentos que fãs realmente amam — soundcheck, fotos individuais, hi-bye session. Não é só um show, é uma experiência.

A venda de ingressos abre amanhã, 9 de outubro, às 19h, direto pela Sympla. Os valores variam bastante: pista comum sai por R$ 450 (inteira) ou R$ 225 (meia), mas se você quer os pacotes VIP (R$ 1.100) ou VVIP (R$ 1.600), aí você ganha acesso ao soundcheck, fotos e sessão de encontro. Spoiler: rápido, muito rápido, essas categorias costumam esgotar.

SUHO já passou por transformações incríveis na carreira. Saiu de um dos maiores grupos de K-pop do mundo para construir algo genuinamente seu — e fez isso sem perder a energia que conquistou milhões. Esse show em SP é o Brasil finalmente entrando nessa história.

Serviço

SUHO — 2026 K-POP Chronicle Live
📅 Quando: 20 de dezembro de 2026
📍 Onde: Komplexo Tempo, São Paulo
🎫 Ingressos: A partir de R$ 225 (meia-entrada, pista) até R$ 1.600 (VVIP)
🔗 Compra: Sympla (vendas começam 9 de outubro, 19h)
Categorias:
• Pista comum: R$ 450 (inteira) / R$ 225 (meia)
• Mezanino: R$ 520 (inteira) / R$ 260 (meia)
• VIP: R$ 1.100 (Foto em grupo 1:10, soundcheck, hi-bye session)
• VVIP: R$ 1.600 (Foto individual, soundcheck, hi-bye session)

A semana que vem é dela: Slayyyter, Troye Sivan e mais de 50 lançamentos que você não pode perder

A semana que vem é dela: Slayyyter, Troye Sivan e mais de 50 lançamentos que você não pode perder

A música não para e essa semana provou isso: mais de 50 lançamentos entre singles, videoclipes e live sessions que vão da pop internacional ao funk, passando por sertanejo, pagode e tudo mais.

Vamos aos destaques que todo mundo tá comentando?

Slayyyter chega com terceiro single do novo álbum

A Slayyyter não tá brincando. ‘i think he’s got a girl’ é o terceiro single promocional de ‘wor$t man in america’, seu quarto álbum de estúdio que chega em 4 de dezembro. A gente sabe que a artista norte-americana é uma das atrações confirmadas no Lollapalooza Brasil 2027, então esse novo projeto vem com tudo pra aquecer a hype até lá.

Do outro lado do planeta, Troye Sivan soltou o videoclipe de ‘FF’ — uma faixa do álbum recém-lançado ‘She’s the Best’ que já tá causando nos streamings. A produção dele segue naquele estilo intimista e cinematográfico que conquistou o mundo.

O resto do mundo não ficou pra trás

Girl in red com novo videoclipe? Sim. Carly Rae Jepsen com ‘Love Depressed’? Óbvio. Enrique Iglesias e Santos Bravos com ‘Ooh Laka Laka’? Chegou. Grimes e VADAKIN em ‘ACCELERANDO’? Tá lá. A gente tá falando de colaborações que só essa semana entregou — desde o indie pop até produções bem mais ousadas.

Quer falar de hip-hop? Gunna, Judeline, Ex:Re em live session… a diversidade foi real. Mötley Crüe até ressuscitou com uma versão especial de ‘Take Me To The Top’. É coisa pra todo gosto, mesmo.

Brasil também botou sua energia

Aqui em casa, a festa foi igualmente grande. Diego Martins com Valesca Popozuda em ‘Fala Que Me Quer’, Felipe Araújo com ‘Desgramou – De Ponta a Ponta em Barretos (Ao Vivo)’, e até um documentário inédito dos Racionais MC’s (‘Bastidores Inéditos: 1000 Trutas, 1000 Tretas’) trouxe nostalgia e atualidade de uma vez.

No funk, no pagode, na música infantil (sim, Xuxa voltou com ‘Ilariê’ ao lado do Mundo Bita), na música cristã com Rosa de Saron — a cena nacional não parou. Desde produção independente até colaborações grandes, todo mundo teve sua chance de brilhar.

Essa semana provou que a música segue reinando. E o melhor: tá tudo ali, juntinho, esperando você descobrir seu novo favorito. Já ouviu o que chamou sua atenção?

Troye Sivan, Remi Wolf e mais: a semana que a música internacional explodiu em álbuns

Troye Sivan, Remi Wolf e mais: a semana que a música internacional explodiu em álbuns

Quando a gente acha que a semana não pode ficar melhor, chegam esses lançamentos para provar o contrário. Sexta passada (9) foi daquelas que marcam no calendário do fã de música: novos álbuns que a gente já estava esperando desde sempre.

Troye Sivan, o australiano que a gente conhece desde aqueles dias de ‘Youth’, soltou seu quarto álbum de estúdio: ‘She’s the Best’. São 12 faixas novas, e sim, a gente já tem ‘Party’ e ‘FF’ na cabeça desde o pré-lançamento. A trajetória do Troye sempre foi essa: começar pop, depois mergulhar no synth, e agora se reinventar sem perder a identidade. Esse novo trabalho promete continuar nessa vibe de evolução constante.

Quando as melhores chegam: Remi Wolf e companhia

Remi Wolf não deixou barato. A norte-americana também soltou seu terceiro álbum, ‘Mud’, com 11 faixas inéditas que já vêm com singles de impacto: ‘Twiggy’, ‘Bottle’ e ‘I Won’t Cry’. A gente sabe que Remi é daquelas que não segue padrão — cada projeto é um universo diferente, e ‘Mud’ já promete ser tão eclético quanto sempre foi.

Mas não parou por aí. Paul McCartney soltou uma edição especial de ‘The Boys of Dungeon Lane’, Greta Van Fleet veio com ‘Palace For The People’, Carly Rae Jepsen lançou ‘Day and Night (Continued)’, e ainda tem Shania Twain, YUQI, Pitbull e Sofia Camara no meio da festa. A indústria não deu trégua essa semana.

Por aqui, o Brasil também se movimentou: FBC, Guilherme Mecca, KBrum, Gaê e a turma do sertanejo com ‘Balaio – Ao Vivo’ fizeram sua parte. É a música rolando do jeito que a gente gosta — sem parar, sem avisar, só chegando.

Se você perdeu algum desses, é hora de colocar em dia. A gente sabe que você vai querer ter tudo isso na sua biblioteca musical.

Shakira fecha residência em Madri com festa latino e convidados de peso: Maluma, Beéle e Dani Martín

Shakira fecha residência em Madri com festa latino e convidados de peso: Maluma, Beéle e Dani Martín

Madri não deixa Shakira ir embora tão fácil. Nesta segunda-feira (12), a colombiana fecha a residência no Shakira Stadium com ‘El Último Baile’ — e a festa é grande demais pra ser só dela.

A gente tá falando de Maluma, Beéle e Dani Martín dividindo o palco. Maluma volta aos duetos que marcaram época (‘Chantaje’ ainda dói no coração de quem curtia 2016), e agora a gente vê ‘Agua’ sendo cantada ao vivo pela primeira vez pelos dois. Beéle traz ‘Algo Tú’ e uma versão renovada de ‘Hips Don’t Lie’ — sim, aquela mesma que completa 20 anos agora.

Dia da Hispanidade virou Dia de Shakira em Madri

Mas tem mais: o show cai na data em que a Espanha celebra a Hispanidade, e Shakira decidiu virar isso uma celebração total da cultura latina. No Macondo Park (espaço dentro da residência), rola uma homenagem a Federico García Lorca nos 90 anos de sua morte, com flamenco de verdade — Israel Fernández, Kiki Morente e Antonio Carbonell no comando.

A colombiana já tinha transformado esse mesmo espaço em festa de Carnaval de Barranquilla, sua cidade. Shakira não faz residência, faz evento cultural.

Os números falam mais alto que qualquer crítica

O show de sábado (3) virou a transmissão mais assistida de uma cantora na Amazon Music até agora. A residência começou em 18 de setembro com uma estrutura temporária erguida só pra isso, e ao longo das 13 datas passaram por lá Laura Pausini, Alejandro Sanz, Manuel Turizo, Dua Lipa e até o Ghetto Kids. Shakira não ofereceu um show — ofereceu um fenômeno.

Se você tá vendo isso daqui do Brasil, sabe que esse é o padrão de qualidade que ‘Las Mujeres Ya No Lloran World Tour’ traz pra quem vai pegar essa turnê lá fora. Madri despede Shakira com a ovação que ela merece.

Alanis Morissette finalmente faz seu disco de Natal e chama Brandi Carlile, Steve Martin e Trans Voices para a festa

Alanis Morissette finalmente faz seu disco de Natal e chama Brandi Carlile, Steve Martin e Trans Voices para a festa

Alanis Morissette finalmente resolveu fazer direito. Depois de anos jogando singles de Natal uma vez por ano — aquele hábito que a gente ama de cantores que mantêm viva a tradição — ela anunciou nesta sexta (9) o que sempre foi inevitável: um álbum de Natal inteiro, chamado ‘Good Weather for Immaculate Conception’.

O disco chega 6 de novembro com 14 faixas. E olha, a gente já conhece algumas delas: aquele ‘Happy Xmas (War Is Over)’ de John Lennon que ela lançou em 2020, o ‘Little Drummer Boy’ de 2022, ‘Last Christmas’ de 2023 e ‘O Holy Night’ do ano passado. Todas aqui, compiladas num único lugar. Mas tem mais: duas inéditas chamadas ‘Christmas on the Dancefloor’ e ‘To an Empath at Christmas Time’ que só aparecem neste álbum.

Um elenco que mistura palcos com telas

Agora vem o melhor. Alanis não chamou só qualquer um para dividir os vocais. O primeiro single, ‘Beautiful Star of Bethlehem’, já está aí com Brandi Carlile (sim, aquela Brandi) e Steve Martin (sim, o ator comediante). Joy Oladokun aparece em ‘Silent Night’, Amythyst Kiah em ‘Momma Mary’, e tem mais: o Trans Voices, o primeiro grupo vocal profissional do Reino Unido formado só por pessoas trans e não-binárias, canta em ‘O Tannenbaum’. Fechando tudo, Martin Short aparece em ‘Merry Christmas’.

Em setembro, no podcast ‘Call Her Daddy’, Alanis já adiantava o vibe:

‘Esse disco é muito fofo. Tem sido um verdadeiro trabalho de amor natalino para mim.’

E a gente sente que é verdade. Enquanto a indústria desliza de um lançamento para outro, Alanis está aí construindo algo que respira amor genuíno em forma de disco.

Este é o primeiro álbum de Natal completo da canadense que dominou os anos 90 e segue relevante. Vem quatro anos depois de ‘The Storm Before the Calm’, seu último projeto de estúdio.

Serviço

Álbum: ‘Good Weather for Immaculate Conception’
Artista: Alanis Morissette
Lançamento: 6 de novembro de 2026
Plataformas: Todas as plataformas de streaming
Single disponível: ‘Beautiful Star of Bethlehem’ (feat. Brandi Carlile e Steve Martin)

Descoberta de quarta: 15 bandas que você provavelmente não segue (mas deveria) lançaram novidades ontem

Descoberta de quarta: 15 bandas que você provavelmente não segue (mas deveria) lançaram novidades ontem

Quarta-feira de descoberta — essa é a vibe que a gente ama aqui na Popster!. Enquanto os holofotes apontam pra cima, existe um universo inteiro de bandas criando coisa boa longe da massa crítica. E 09 de outubro foi um daqueles dias em que a internet ficou barulhenta, mas nem todo mundo percebeu.

Sabe aquele sentimento de ser o primeiro a falar sobre uma banda antes de ela bombar? Pois é. Ontem a galera underground soltou 15 lançamentos que valem muito a pena explorar.

O underground não tira folga

A gente sabe que nem todo dia de lançamento é criado igual. Tem dia que a indústria respira fundo e segue a programação. Mas tem dia que a criatividade explode de formas inesperadas — e 09 de outubro foi exatamente assim.

Essas 15 bandas representam aquela cena que você encontra nos shows pequenos, nos festivais regionais, nos buracos de internet que poucos exploram. Cada uma delas soltou uma música ou projeto novo e merecia estar na conversa. Mereciam estar na sua timeline.

A qualidade tá lá. Promete.

Serviço

Data: Lançamentos de 09 de outubro de 2026

Onde achar: Todas as plataformas de streaming. Spotify, Apple Music, YouTube Music — coloca no perfil e avisa pro seu mano.

Quer descobrir novas bandas toda semana? Segue a Popster! — a gente não dorme enquanto existe música boa sendo feita.

Metallica no Sphere: quando a lenda decide regravar a história ao vivo

Metallica no Sphere: quando a lenda decide regravar a história ao vivo

Tem coisa que só o Metallica faz. A banda que revolucionou o metal nos anos 80 entrou no Sphere de Las Vegas e resolveu fazer o que sempre fez de melhor: surpreender quem acha que já conhece tudo deles.

No terceiro show na arena holográfica, foi a vez de um clássico ganhar vida dentro daquele espaço futurista. A escolha não foi aleatória — era um daqueles sons que a gente reconhece na hora, que faz qualquer fã de Metallica se arrepiar.

A magia do Sphere encontra a história do metal

O venue do Sphere é coisa de outro mundo. Tecnologia, acústica perfeita, e uma produção visual que deixa até as bandas mais experientes de boca aberta. Quando você coloca Metallica nesse cenário, o que era já épico vira sagrado.

A estreia dessa música clássica no terceiro show prova que a banda continua viva, continua explorando. Não é só tocar os hits — é recontextualizar o legado em um espaço que nunca foi feito antes para isso.

Quem estava lá viveu um daqueles momentos que fica na memória. A gente sabe que Metallica não faz nada por acaso: cada escolha, cada estreia, cada performance no Sphere é pensada para criar algo único. E dessa vez, eles acertaram em cheio.

Se você ama metal e quer ver a maior banda do gênero reescrevendo sua própria história em tempo real, o Sphere é o lugar. Metallica segue provando que depois de quatro décadas, ainda tem muito a ensinar — e a apresentar — para o mundo.

Susto no palco: Deen Castronovo do Journey passa mal durante apresentação nos EUA

Susto no palco: Deen Castronovo do Journey passa mal durante apresentação nos EUA

Quando você está em um show do Journey, sabe que vai viver uma montanha-russa de emoções. Mas na noite de ontem, os fãs presentes viveram um susto que ninguém esperava.

Deen Castronovo, o baterista que carrega nas mãos o batidão de clássicos como ‘Don’t Stop Believin” e ‘Faithfully’, passou mal durante a apresentação da banda nos EUA. O momento de tensão aconteceu no meio do show, quando o músico começou a dar sinais de indisposição.

O que rolou no palco

A banda seguiu em frente com profissionalismo de quem já passou por tudo nos últimos 50 anos de estrada. Castronovo, que é o maestro da bateria do Journey desde 1998, continuou segurando a onda mesmo com a indisposição.

A gente sabe que shows do Journey não são brincadeira — são quase rituais. E quando algo assim acontece, o público inteiro sente aquela tensão que toma conta da arena. Mas a energia da banda prevaleceu.

Castronovo é responsável por manter viva a força rítmica que faz a galera pulsar junto com as baladas épicas da banda. E mesmo em um momento difícil, ele provou por que é considerado um dos melhores bateristas do rock clássico.

Se você tem a chance de pegar o Journey ao vivo em qualquer lugar do mundo, garanta seu lugar. Esses momentos — os bons e até os desafiadores — fazem parte da magia dos shows que marcam gerações.

Tinashe finalmente chega onde sempre deveria estar: no topo com ‘Popstar’

Tinashe finalmente chega onde sempre deveria estar: no topo com 'Popstar'

A gente sabe que Tinashe sempre esteve ali, próxima demais pra ignorar mas longe demais do holofote que merecia. Pois é: chegou a hora. ‘Popstar’, seu oitavo álbum de estúdio, não é apenas um disco bom — é a prova que ela pediu licença a ninguém para se tornar quem sempre foi.

O novo trabalho é uma fusão que parecia impossível até você ouvir: inferninho pop, eletrônico sofisticado e dance music ressuscitada. Tudo costurado com produções que fazem você querer sair correndo pro dance floor. A gente está falando de um dos projetos mais impressionantes de 2026, e a mulher está em outro patamar agora.

A trajetória de quem sempre se reinventou (mas ninguém via)

Nos últimos dez anos, Tinashe fez algo que poucos artistas conseguem: se manter atualizada sem perder a identidade. Enquanto o pop mutava, ela estava ali, experimentando, evoluindo, criando seu próprio espaço. O hiperpop cresceu? Ela estava lá. Geração Z voltou pra pista de dança? Ela já tinha o som pronto.

‘Sunglasses’ abre o disco com produção de Arca — sim, aquela Arca, a mulher que melhor traduz o pop atual em som. Logo de cara, Tinashe serve R&B experimental que te puxa pro abismo numa boa. Depois vem ‘Too Easy’ acelerando tudo, e aí… aí vem ‘Melatonin’, e meu Deus, ‘Melatonin’ é uma daquelas músicas que você não para de ouvir por três dias.

A produção é sofisticada demais pra ser apenas uma música de dança. Mas é isso que faz diferença: Tinashe passa ‘Flashbacks’ (sensual pra caramba), depois joga ‘Crash Out’ (divertida demais), sempre buscando criatividade em camadas minimalistas. ‘Nobody Wanna Dance Anymore’, com Kingdom na produção, é simplesmente de tirar o fôlego.

Quando você canta sobre ser popstar… e realmente é

Mas o disco não é só modernidade sonora — é também letra inteligente. Tinashe fala sobre os olhares da internet, romance e fama do jeito que só quem vive isso consegue contar. Em ‘Brainrot’, ela pega um termo que a galera da internet usa e adapta pra falar sobre o próprio sucesso em 2026. É autêntico, é criativo, é dela.

E sabe o que mais impressiona? ‘Popstar’ não tenta ser experimental por ser experimental. É um álbum pop que se diverte com sua própria ambição. Produções caprichosas, músicas que grudam na sua cabeça, um disco que faz Tinashe soar exatamente como o público sempre soube que ela era: uma verdadeira estrela pop.

Nota: 9/10

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