Coala Festival 2026 anuncia Luedji Luna com Fat Family e Buraka Som Sistema no line-up

Evento acontece nos dias 12 e 13 de setembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo

Tem coisa mais bonita do que um festival que entende de onde a música brasileira veio pra saber aonde ela pode chegar? O Coala Festival 2026 acaba de provar que sim, e com categoria. A 12ª edição do evento revelou novos nomes no line-up que fazem a gente respirar fundo antes de processar.

A cantora baiana Luedji Luna — que encerrou em grande estilo uma trilogia de álbuns com Um Mar Pra Cada Um e Antes Que a Terra Acabe e levou o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro-Portuguesa Brasileira — vai dividir o palco com o Fat Family num espetáculo completamente inédito. Pra quem cresceu ouvindo Jeito Sexy e Gulosa nos anos 1990, é aquele tipo de combinação que parece improvável até o momento em que faz todo sentido.

A própria Luedji explica melhor do que a gente poderia:

‘Fat Family foi o primeiro disco que eu ganhei, CD. Eles pavimentaram os caminhos do R&B e soul brasileiro, abriram caminhos para eu ser o que sou. É uma das minhas maiores referências em diversos aspectos.’

Atualmente formado pelas irmãs Simone, Suzete e Katia Cipriano, o trio carrega um legado que vai muito além da nostalgia — e com Luedji à frente, o encontro promete potência vocal de outro nível.

O kuduro volta ao Brasil — e é só aqui que vai acontecer

Se a colaboração com o Fat Family já seria motivo suficiente pra marcar o Coala no calendário, o retorno do Buraka Som Sistema fecha o argumento com chave de ouro. O coletivo português, formado em Lisboa em 2006 por Branko, Kalaf, Riot, Conductor e Blaya, foi o grupo que levou o kuduro angolano para os maiores festivais do planeta — Coachella, Fuji Rock, Roskilde — antes de entrar em hiato em 2016.

Dez anos depois, eles voltam pra celebrar os 20 anos de carreira com apenas seis shows no mundo inteiro: cinco na Europa e um único no Brasil, no Coala. Isso não é programação, é história acontecendo ao vivo.

Os novos anunciados chegam pra reforçar um line-up que já tinha Maria Bethânia, Criolo, João Gomes, Seu Jorge, Marcos Valle com Ana Frango Elétrico, Cícero com Duda Beat, Sophia Chablau, Felipe Vaqueiro e Zeca Veloso. O Memorial da América Latina vai virar, por dois dias, o maior palco da música que conecta o Brasil ao mundo.

Setembro não pode chegar logo o suficiente.

Serviço

Coala Festival 2026
📅 12 e 13 de setembro de 2026
📍 Memorial da América Latina — São Paulo, SP
🎟️ Ingressos disponíveis no site oficial do festival

El Mato a un Policia Motorizado volta ao Brasil com a turnê ‘Súper Terror’ — veja data, local e ingressos

Banda argentina se apresenta no Cine Joia em São Paulo no dia 11 de outubro

Quem estava com saudade do Santiago Motorizado e sua galera pode comemorar: o El Mato a un Policia Motorizado está de volta ao Brasil. Mais de dois anos depois da última passagem por aqui — quando balançaram o Primavera Sound São Paulo em 2023 —, os argentinos confirmaram show único em São Paulo para outubro.

Formado em La Plata no início dos anos 2000, o El Mato construiu uma das trajetórias mais sólidas do indie rock latino. Com álbuns como La Síntesis O’Konor e Violencia no currículo, a banda virou referência geracional — e Súper Terror, disco mais recente, só reforçou esse status com shows esgotados por toda a América do Sul.

Uma noite de terror no Cine Joia

O show acontece no dia 11 de outubro no Cine Joia, em São Paulo — uma das casas mais queridas da cena alternativa paulistana, conhecida pela acústica intimista e pelo clima que transforma qualquer show em experiência. A realização é da Áldeia Produções Artísticas em parceria com Cine Joia, Sol y Sombra, Outrahora Rec, RB Sucesos e Paracima.

No palco, a formação atual: Santiago Barrionuevo (Santiago Motorizado) na voz e baixo, Guillermo Ruiz Díaz (Doctora Muerte) na bateria, Manuel Sánchez Viamonte (Pantro Putö) e Gustavo Monsalvo (Niño Elefante) nas guitarras, e Agustín Spassoff (Afloyd) nos teclados. Um setlist que promete mergulhar fundo em Súper Terror sem abrir mão dos clássicos que a gente conhece de cor.

A gente sabe que show de El Mato em casa pequena é aquele tipo de experiência que fica gravada. Se você perdeu em 2023, essa é a chance de não errar de novo — e os ingressos não vão durar.

Serviço

El Mato a un Policia Motorizado — Turnê Súper Terror
📅 11 de outubro de 2025
📍 Cine Joia — São Paulo, SP
🎟️ Ingressos à venda pela Fastix

Pista — 3º Lote: R$ 360 (inteira) | R$ 180 (meia social)
Camarote — 1º Lote: R$ 500 (inteira) | R$ 250 (meia social)

WELLNOW Festival: Vanessa da Mata, Amanda Magalhães e muito bem-estar em SP nesta quinta

Primeira edição do festival acontece no Auditório Celso Furtado do Distrito Anhembi em 12 de junho de 2026

Imagina um festival que começa com música de alma, passa por camadas sonoras que te abraçam e termina com a pista acesa. Esse é o conceito do WELLNOW Festival — e a primeira edição acontece já nesta quinta-feira, 12 de junho, em São Paulo.

O evento nasce como extensão da Naturaltech, a principal feira de saudabilidade e bem-estar da América Latina, e propõe algo diferente do circuito tradicional de shows: música, arte e entretenimento dentro de uma atmosfera que coloca o bem-estar no centro da experiência. O palco escolhido para essa estreia é o Auditório Celso Furtado do Distrito Anhembi, espaço com capacidade e infraestrutura para receber produções de alto nível na capital paulista.

Uma noite com três momentos muito distintos — e todos imperdíveis

Quem abre a noite é Amanda Magalhães, nome que vem crescendo forte na MPB contemporânea. Ela traz um show especial do segundo álbum, Maré de Cheiro, com uma setlist que inclui ‘O Amor Te Dá’ — trilha da novela Mania de Você —, além de ‘Saiba’, ‘Talismã’, ‘Doce Encanto’ e ‘Pra Quem Chama Meu Nome’. A promessa é energia e camadas sonoras que a gente sente na pele.

‘Minha música sempre partiu de um lugar muito emocional e sensorial. Fazer parte de um festival que valoriza conexão, presença e bem-estar torna esse show ainda mais especial. Acredito em experiências que aproximam as pessoas de si mesmas e dos outros. Acho bonito quando a música ocupa esse lugar.’ — Amanda Magalhães

A headliner da noite é Vanessa da Mata, uma das artistas mais queridas da MPB dos últimos 20 anos. Com uma carreira marcada por canções que atravessam gerações, ela promete um show de celebração e conexão real com o público. No repertório: ‘Boa Sorte’, ‘Amado’, ‘Ainda Bem’ e muito mais daquelas músicas que a gente sabe de cor e nunca cansa de cantar junto.

Para fechar com chave de ouro, o DJ Beto Chuquer assume o after show e garante que ninguém vai querer ir embora cedo. A programação completa vai das 19h30 às 23h30 — uma noite redondinha.

Ainda dá tempo de garantir seu ingresso na plataforma Eventim. Se você ainda não foi a nenhum show em 2026, esse é o sinal que faltava.

Serviço

WELLNOW Festival — 1ª Edição
📅 12 de junho de 2026
📍 Auditório Celso Furtado — Distrito Anhembi, São Paulo/SP
🕢 19h30 às 23h30

Ingressos via Eventim:
• Térreo Fundo: Inteira R$ 225 | Meia R$ 112,50 | Combo (2+): 10% de desconto
• Mezanino Setor 1: Inteira R$ 230 | Meia R$ 115 | Combo (2+): 10% de desconto
• Mezanino Setor 2: Inteira R$ 195 | Meia R$ 97,50 | Combo (2+): 10% de desconto

Rafael Witt lança ‘Wanderer Sessions’, álbum que une três edições do projeto gravado no interior do Brasil

Projeto captado em fazendas de SP, RS e MG chega completo nas plataformas

Quem acompanhou Rafael Witt dividindo o palco com The Lumineers no Brasil já sabia: esse cara vive a música de um jeito diferente. Não é pose, não é marketing — é entrega real, daquelas que a gente sente até pelo vídeo.

Agora, o cantor e compositor gaúcho apresenta a edição reunida do Wanderer Sessions, projeto que nasceu de uma ideia simples e poderosa: levar uma banda para o interior do Brasil, morar em casas de fazenda por alguns dias e gravar tudo ao vivo, com a natureza como cenário e a convivência como combustível criativo.

O álbum reúne registros captados entre 2024 e 2025 em três destinos: São Francisco Xavier (SP), Bento Gonçalves (RS) e Santa Rita do Sapucaí (MG) — três lugares que já têm uma energia especial por si só, e que ficam ainda maiores quando a música entra na equação.

‘Ficamos alguns dias morando nessas casas de fazenda, criando arranjos e gravando as músicas. A melhor parte foi conviver e fazer o que a gente ama juntos. Acredito que essa energia passa muito para os vídeos. Ter tudo capturado ao vivo em meio à natureza foi um desafio técnico e criativo, mas valeu a pena.’

13 faixas, zero covers: só o que Rafael Witt tem de mais verdadeiro

Pela primeira vez, as músicas das três edições do projeto aparecem juntas em um único álbum — e a decisão de deixar as releituras de fora foi cirúrgica. O foco é 100% no repertório autoral, o que dá ao disco uma coerência emocional rara.

Entre os 13 títulos, ‘Space & Time’ segue como um dos eixos do projeto — uma das músicas mais conhecidas do Witt, gravada aqui com banda completa mas sem abrir mão do clima intimista que faz ela funcionar tão bem. Sonoridade? Folk, indie rock e pop alternativo se misturam com violões, sanfona, percussões e vozes coletivas em arranjos construídos de forma colaborativa, quase artesanal.

Natural de Caxias do Sul (RS) e há alguns anos baseado em São Paulo, Rafael Witt construiu uma carreira independente à moda antiga: shows intimistas, espaços alternativos, turnês no Brasil e fora. Seu álbum Wanderer, lançado em 2024, já passou de 1,5 milhão de reproduções no Spotify — número que ganha outro peso quando a gente lembra que tudo foi feito sem o apoio de uma grande gravadora.

O Wanderer Sessions já está disponível nas plataformas. Coloca no fone, fecha os olhos e deixa a fazenda chegar até você.

https://open.spotify.com/artist/rafaelwitt

Tayob J. lança álbum de estreia com Criolo, Projota, Rashid e uma lista impressionante de convidados

Capa do álbum 'A Beleza do Erro' de Tayob J. — Fotos por João Neves / Artes por Fedeariels

Quinze anos vivendo a música por dentro, nos bastidores, nos estúdios, nos festivais — e agora Tayob J. decide que é a sua vez de estar na frente. ‘A Beleza do Erro’, lançado nesta quarta-feira (11), não é só um álbum de estreia. É a síntese de uma vida inteira dedicada ao som.

O disco levou quatro anos para ficar pronto e carrrega no DNA tudo o que forma o artista: origens brasileiras, polonesas, indianas e moçambicanas traduzidas em rap, soul, jazz, pop e influências das tradições musicais da Índia e da Palestina. É raro ouvir um projeto de estreia com tanto repertório de vida por trás.

Encontros que só a música explica

A lista de convidados fala por si: Criolo, Rashid, Vitão, Projota, Amaura, Dino D’Santiago, Xullaji, Sir Scratch, Selma Uamusse, Iolanda, Djodje e Mirza Lauchand. São vozes que conectam Brasil, Portugal e Moçambique num único projeto — e cada parceria tem uma história.

‘Reza Por Dois’, com Criolo, começou num festival em Lisboa e só ficou completa depois, em São Paulo. ‘Na Vanguarda de Mim Mesmo’ reúne Rashid e o cantor português Dino D’Santiago numa faixa que já virou destaque imediato. E ‘Acertos São Consequências’, com Vitão e Projota, vai direto ao ponto: os erros como parte essencial do processo de crescer — pessoal e artisticamente. Essa ideia é o fio que costura todo o álbum.

Tayob J. já pensa no próximo capítulo e o Brasil está no centro dos planos. A ideia é fazer o show de lançamento em Lisboa e trazer a apresentação para cá ainda em 2025. E ele já está resolvendo o desafio de levar tudo isso para o palco:

‘Pretendo voltar para o Brasil ainda esse ano. Estive em maio para fazer a audição do álbum em São Paulo e me encontrei com bastante gente que também faz música e com quem me identifico. A ideia é fazer um show de apresentação aqui em Lisboa e levar esse show também para o Brasil. Isso seria um sonho. Inclusive, neste momento, estou trabalhando em um formato em que o disco possa ser tocado ao vivo num set menor e que não exija a presença de todos os convidados.’

A gente torce para esse sonho virar data confirmada logo. Enquanto isso, ‘A Beleza do Erro’ já está disponível nas plataformas — coloca pra tocar e entende por que esse nome estava nos bastidores por tempo demais.

‘Eu me senti a headliner’, diz Tove Lo sobre participação no Lollapalooza Brasil 2023

Cantora sueca revelou que chorou ao sair do palco e que o Brasil foi cenário do clipe do novo álbum, 'Estrus'

Tem shows que ficam marcados na memória da gente. E tem shows que marcam também quem está no palco. O set de Tove Lo no Lollapalooza Brasil 2023 foi um desses momentos — e a cantora sueca não esqueceu.

Em entrevista à Rolling Stone Brasil, divulgada na última quarta-feira (10), Tove Lo abriu o jogo sobre o que viveu naquela tarde no Autódromo de Interlagos. Ela chorou ao sair do palco. Não de alívio — de emoção pura.

‘O público estava elétrico. Eu me senti a headliner.’

E faz todo sentido sentir isso. Tove Lo herdou o gigantesco telão curvo que havia sido montado especialmente para o show de Drake — headliner que cancelou sua apresentação poucas horas antes de subir ao palco, deixando o festival em estado de choque. A estrutura toda, pensada para uma das maiores estrelas do mundo, acabou sendo o cenário perfeito para uma das performances mais comentadas daquela edição.

O Brasil entrou de vez na história de Tove Lo

Mas a relação da cantora com o Brasil vai muito além de um show memorável. Em 2021, ela já havia se aproximado da cena local ao lançar ‘Are U Gonna Tell Her?’, parceria com o funkeiro MC Zaac — uma collab que surpreendeu muita gente e mostrou que ela não tem medo de explorar novos territórios.

Em abril deste ano, Tove Lo voltou ao país com uma missão: gravar o clipe de ‘I’m Your Girl Right?’, lead single do seu sexto álbum de estúdio, Estrus. As filmagens aconteceram em dois locais carregados de personalidade — o Seminário Premonstratense, em Pirapora Parque, e a Fazenda Lolli. São Paulo como cenário de um novo capítulo.

Estrus chega às plataformas de streaming no dia 18 de setembro e promete marcar o início de uma nova fase para a artista que, ao longo de mais de dez anos de carreira, construiu um universo próprio — cru, intenso e sem filtro. Se o Brasil foi parte da gestação desse disco, a gente já quer ouvir o resultado.

Salva essa data aí: 18 de setembro. Tove Lo está de volta — e ela claramente não esqueceu de onde tirou força para chegar até aqui.

“Dia D” estreia nos cinemas e leva Steven Spielberg de volta à ficção científica em escala global

Chega aos cinemas nesta quinta-feira (11) “Dia D”, novo épico de ficção científica dirigido por Steven Spielberg. O longa marca mais uma colaboração do cineasta com o roteirista David Koepp e apresenta uma história que mistura suspense, fantasia e uma ameaça capaz de mudar para sempre o destino da humanidade.

Na trama, o planeta é surpreendido por um acontecimento inexplicável transmitido ao vivo para milhões de pessoas. À medida que fenômenos estranhos começam a surgir simultaneamente em diferentes regiões do mundo, a população se vê diante de um cenário de incerteza e medo. O que inicialmente parece um evento isolado rapidamente evolui para uma crise sem precedentes, envolvendo revelações militares, segredos governamentais e indícios cada vez mais claros de uma presença extraterrestre.

Enquanto cientistas, líderes mundiais e especialistas tentam encontrar respostas, a humanidade passa a enfrentar uma verdade desconcertante: talvez nunca tenha estado sozinha no universo. Diante dessa descoberta, governos entram em alerta máximo, teorias se multiplicam e a sociedade precisa lidar com uma nova realidade que desafia tudo o que se acreditava saber sobre a vida além da Terra.

Conhecido por clássicos que redefiniram o gênero, Spielberg retorna à ficção científica explorando temas como contato alienígena, cooperação global e os impactos de uma revelação capaz de transformar a história da civilização. Com uma narrativa grandiosa e efeitos visuais de última geração, “Dia D” aposta na combinação de espetáculo e reflexão para construir uma experiência cinematográfica envolvente.

Misturando mistério, tensão e aventura, o filme chega como um dos lançamentos mais aguardados do ano e promete colocar o público diante de uma pergunta que acompanha a humanidade há gerações: o que aconteceria se descobríssemos, de uma vez por todas, que não estamos sozinhos?

BTS anuncia data de estreia do clipe de ‘Merry Go Round’ no Spotify

Faixa integra 'ARIRANG', quinto álbum de estúdio do grupo

Quem acompanha o BTS sabe que cada movimento do grupo vira evento. E dessa vez não é diferente: os meninos de Seul anunciaram a data oficial de estreia do clipe de ‘Merry Go Round’ no Spotify, e a internet já está em contagem regressiva.

A faixa faz parte de ‘ARIRANG’, o quinto álbum de estúdio do grupo, lançado em 2025 após o retorno dos membros do serviço militar obrigatório. O álbum marcou uma nova fase para o BTS — mais maduro, mais introspectivo, carregado de referências à cultura coreana que o próprio título já entrega.

Do comeback ao clipe: ‘Merry Go Round’ ganha nova dimensão

‘Merry Go Round’ é uma das faixas que mais repercutiu entre o ARMY desde o lançamento do disco. A escolha pelo Spotify como plataforma de estreia do clipe reforça a estratégia do grupo de aproximar conteúdo audiovisual do streaming musical — uma tendência que o BTS ajudou a popularizar globalmente.

A trajetória do grupo dispensa apresentações, mas vale lembrar: formado em 2013 pela BIGHIT Music, o BTS redefiniu o alcance do K-pop no mundo inteiro, quebrando barreiras de idioma e construindo uma das bases de fãs mais engajadas da história da música. Cada lançamento vira marco, cada clipe vira estudo de caso.

Fique de olho no Spotify e deixa a notificação ligada — ‘Merry Go Round’ vai começar a girar em breve, e você não vai querer perder a primeira volta.

‘stupid song’: letra, tradução e tudo sobre o novo single de Olivia Rodrigo

Tem coisa mais angustiante do que querer alguém mais do que qualquer palavra consegue expressar? É exatamente esse sentimento sufocante — e delicioso — que Olivia Rodrigo captura em ‘stupid song’, o novo single que antecede seu terceiro álbum de estúdio.

‘you seem pretty sad for a girl so in love’ chega no Dia dos Namorados e já veio precedido pelos singles ‘drop dead’ e ‘the cure’. Com ‘stupid song’, Olivia segue consolidando um ciclo de lançamentos que tem deixado o mundo pop em estado de antecipação total — e a faixa já vem acompanhada de clipe oficial.

A música carrega aquela mistura característica da Olivia: imagens cotidianas (amigos fumando no banheiro de festa, caminhadas pelo parque) que de repente explodem em emoção pura. ‘New York City’s never looked so blue’ é a abertura perfeita pra uma letra que transforma a cidade grande numa paisagem interior de alguém completamente tomado pelo desejo.

A primeira artista da história a fazer isso três vezes seguidas

Não é à toa que a expectativa tá nas alturas: Olivia Rodrigo se tornou a primeira artista da história a estrear o primeiro single de seus três primeiros álbuns diretamente no topo da Billboard Hot 100. ‘drivers license’, ‘vampire’ e agora o ciclo de ‘you seem pretty sad…’ — cada era mais ambiciosa que a anterior.

Quem acompanha a trajetória dela sabe que cada disco marcou uma virada: o debut ‘SOUR’ (2021) foi um fenômeno global de adolescência e dor; ‘GUTS’ (2023) trouxe uma Olivia mais raivosa e irônica. Agora, o terceiro álbum parece mergulhar fundo numa vulnerabilidade diferente — menos raiva, mais desejo cru e confissão.

I want you more than any stupid song could ever say

Essa linha do refrão diz tudo. E ela repete, e repete, e repete — até você sentir o peso de querer alguém que talvez não saiba o quanto.

Letra completa de ‘stupid song’ — Olivia Rodrigo

New York City’s never looked so blue
My friends are smoking blunts in the bathroom
They say that honest love is a cage that makes you feel free
And all the girls at this party are so cool
It’s never been a thing that I could do
But I can’t help but imagine what you say when you speak with me

You’re a spark in the dark, in my clothes, I caught aflame
You should feel how I feel when somebody says your name
I’m the car speeding down the boulevard without a brake
And I want you more than any stupid song could ever say

Oh, my heart made of wax and I’m melting in the Sun
I’m the thread on your shirt and it’s coming undone
I feel right, I feel wrong, I feel totally insane
And I want you more than any stupid song could ever say

Walking through the park with my head high
Passed all the college girls and the drunk guys
And if there is a God, it’s the bond that’s between us two (oh)
Seven nights alone and a skipped meal
I’m sleeping in a dress and my high heels
And I’m too shy to say or to sing, I dream of you (oh)
(I dream of you)

You’re a spark in the dark, in my clothes, I caught aflame
You should feel how I feel when somebody says your name
I’m the car speeding down the boulevard without a brake
And I want you more than any stupid song could ever say

Oh, my heart made of wax and I’m melting in the Sun
I’m the thread on your shirt and it’s coming undone
I feel right, I feel wrong, I feel totally insane
And I want you more than any stupid song could ever say

Every night, like through one to four
Dream of you from like one to four
Positively and truly sure
Nobody’s wanted somebody more
Hurts to think that I can’t think more
Tell your friends that you’re mine, I’m yours
Reprehend in my heart, I swear
Nobody’s wanted somebody more
Hurts to think that I can’t think more
Tell your friends that you’re mine, I’m yours
Reprehend in my heart, I swear
I’m coming for you, I’m going back
Why won’t you break the seal when I’m back?

You’re a spark in the dark, in my clothes that caught aflame
You should feel how I feel when somebody says your name
I’m the car speeding down the boulevard without a brake
And I want you more than any stupid song could ever say

Oh, my heart made of wax and I’m melting in the Sun (I’m coming for you, I’m going back)
I’m the thread on your shirt and it’s coming undone (I’m coming for you, I’m going back)
I feel right, I feel wrong, I feel totally insane (I’m coming for you, I’m going back)
And I want you more than any stupid song could ever say

Tradução de ‘stupid song’ — Olivia Rodrigo

A cidade de Nova York nunca pareceu tão triste
Meus amigos estão fumando baseados no banheiro
Eles dizem que um amor sincero é uma prisão que faz você se sentir livre
E todas as garotas desta festa são tão descoladas
Isso nunca foi algo que eu soubesse fazer
Mas não consigo evitar imaginar o que você diz quando fala comigo

Você é uma faísca na escuridão, nas minhas roupas, e eu peguei fogo
Você deveria sentir o que eu sinto quando alguém diz o seu nome
Sou o carro correndo pela avenida sem freios
E eu te quero mais do que qualquer música boba poderia dizer

Oh, meu coração é feito de cera e estou derretendo ao Sol
Sou a linha da sua camisa e ela está se desfazendo
Eu me sinto certo, me sinto errado, me sinto completamente insano
E eu te quero mais do que qualquer música boba poderia dizer

Caminhando pelo parque de cabeça erguida
Passei pelas universitárias e pelos caras bêbados
E se existe um Deus, é o laço que existe entre nós dois (oh)
Sete noites sozinho e pulando refeições
Estou dormindo com um vestido e

Ludmilla e Jihyo (TWICE) unem forças no hino oficial da Copa do Mundo 2026

Produzida por RedOne, a faixa também conta com French Montana e terá videoclipe com Ronaldo Fenômeno e estrelas do Real Madrid

Tem coisa mais poderosa do que música e futebol se encontrando no mesmo lugar? A FIFA apostou tudo nisso — e escolheu muito bem quem ia representar o mundo nesse momento. Nesta sexta-feira (12), chegou às plataformas digitais ‘Follow Me’, o hino oficial da Copa do Mundo 2026, e o elenco da faixa é de cair o queixo.

No comando da produção está RedOne, o marroquino vencedor do Grammy que já virou sinônimo de grandes eventos esportivos. Do lado dos vocais, a lista é histórica: a nossa Ludmilla, a líder do TWICE Jihyo, o rapper French Montana e a cantora Adriana C. Funk brasileiro, K-pop, rap americano e pop árabe — tudo no mesmo track.

Do palco para os gramados: uma aliança que o mundo inteiro vai sentir

A escolha de Ludmilla e Jihyo não é aleatória. As duas movem algumas das bases de fãs mais engajadas da internet — e colocar o universo do funkpop brasileiro lado a lado com a máquina cultural do K-pop é um sinal claro de que a Copa de 2026 quer falar com todo mundo, de verdade. RedOne explicou bem essa visão em entrevista à Billboard:

‘Música e esporte são as duas linguagens globais mais poderosas que temos. Quando elas se encontram, você não cria apenas uma música ou um jogo — você cria um momento que o mundo inteiro sente ao mesmo tempo. No cenário musical global atual, essa experiência emocional compartilhada é tudo. É cultura, união, amor e energia.’

Ludmilla chega a esse palco no auge de uma trajetória que a levou de Honório Gurgel para os principais festivais do planeta. Jihyo, como líder do TWICE desde 2015, é um dos rostos mais reconhecidos do K-pop global. Juntas, elas representam dois dos movimentos musicais mais vibrantes do mundo — e a Copa vai sentir isso.

O videoclipe de ‘Follow Me’ também promete muito. Ronaldo Fenômeno — sim, o Fenômeno — está confirmado na produção, ao lado de nomes como Brahim Díaz (Marrocos/Real Madrid), Federico Valverde (Uruguai/Real Madrid) e Denzel Dumfries (Holanda/Inter de Milão). Futebol e música nunca estiveram tão juntos num mesmo frame.

E quem acha que é coincidência RedOne estar no centro de tudo isso precisa rever o histórico: ele assinou ‘Dreamers’, com Jung Kook do BTS, o hino da Copa do Catar 2022, e ‘The Days’, a parceria entre Lil Wayne e Bono para as finais da NBA em 2025. O cara tem um toque de Midas quando o assunto é grandes eventos. Para a Copa de 2026, ele ainda assina ‘Alnashama’, a música de luta da Jordânia, que faz sua estreia histórica no torneio.

A gente sabe que hino de Copa é um daqueles sons que ficam pra sempre na memória — e ‘Follow Me’ tem tudo para ser daqueles. Vai já ouvir e prepara o coração: 2026 já começou.