Tem coisa que a gente não quer acreditar que vai chegar. Ian Hill, o baixista fundador do Judas Priest, anunciou sua aposentadoria. Ponto. A notícia cai pesado porque estamos falando de alguém que literalmente construiu o som do metal moderno desde 1969.
O cara tem 73 anos e passa a tocha depois de mais de cinco décadas lado a lado com Rob Halford e companhia. Não é só um músico saindo de cena — é a coluna vertebral de uma das maiores bandas de metal que o planeta conhece.
Mais que um baixista: o alicerce invisível do metal
Ian Hill é aquele tipo de músico que não precisa de spotlight para ser essencial. Enquanto Rob gritava ‘You’ve got another thing comin”, era Hill quem fazia a galera inteira vibrar com o baixo. O Priest ganhou dois Grammys, lotou estádios do mundo inteiro e manteve a chama do heavy metal acesa mesmo quando tudo tentava apagá-la.
A gente sabe que uma banda é feita de coletivo, mas quando uma das peças que sustentou tudo por 57 anos se vai, a sensação é diferente. Hill viu o metal nascer, crescer, morrer e ressuscitar várias vezes. E ele estava lá, no baixo, em cada uma dessas curvas.
Não tem confirmação ainda de quem entra no lugar dele, mas uma coisa é certa: os fãs do Priest terão que processar essa despedida. E nós também. O show continua, a lenda fica.
‘Após mais de cinco décadas dedicadas ao metal, Ian Hill se despede do palco que ajudou a construir’
Acompanhe a trajetória e as últimas notícias do Judas Priest nos próximos dias por aqui. Essa é uma página que a história do metal está virando — e a gente está vendo em tempo real.