Tem coisa mais Jack White do que soltar um álbum novo sem avisar direito? Quem acompanha a carreira dele sabe que o cara não para — e depois de No Name (2024) virar um dos lançamentos mais elogiados do rock no ano passado, ele foi direto pro estúdio em vez de descansar nos louros.

O resultado se chama Frozen Charlotte, e chega em 10 de julho com 13 faixas gravadas no Third Man Studio, em Nashville — o quartel-general que White construiu como um templo do som analógico e que já produziu discos de centenas de artistas independentes. A energia que você viu na turnê recente com Patrick Keeler (bateria), Dominic Davis (baixo) e Bobby Emmett (teclados) foi capturada direto pra esse registro.

Blues na veia e uma caveira azul na capa

O novo single ‘Dollar Bill’ já dá o tom: blues cru, guitarra no limite e aquela urgência que faz a gente lembrar por que Jack White ainda é uma das vozes mais importantes do rock contemporâneo. Ele já havia aquecido os motores com ‘G.O.D. And The Broken Ribs’ e ‘Derecho Demonico’, e as três juntas traçam um disco que não abre mão da intensidade.

A capa merece atenção: uma caveira azul sobre a figura de cerâmica de um menino — obra original que White exibiu em Londres na exposição Jack White: These Thoughts May Disappear. Estética e conceito andando juntos, como sempre.

Frozen Charlotte já está disponível para pré-venda. Coloca ‘Dollar Bill’ pra tocar agora e vai separando o dia 10 de julho no calendário — esse é o tipo de álbum que a gente vai querer ouvir de uma vez, sem pausar.